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Jeremy Renner recusou a 2ª temporada de Hawkeye após “oferta insultuosa”

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Jeremy Renner revelou que recusou participar da segunda temporada de Hawkeye, da Marvel, após receber o que chamou de uma “oferta insultuosa” dos executivos da Disney.

“Me pediram para fazer a segunda temporada e ofereceram metade do valor. Minha reação foi: ‘Bem, vocês estão me pedindo o dobro de trabalho por metade do pagamento e oito meses do meu tempo, basicamente por metade do que recebi antes’”, contou o ator durante sua participação no programa High Performance, onde divulgava seu novo livro, My Next Breath: A Memoir.

Renner ainda ironizou a situação: “Eu pensei, desculpa? Acham que eu virei metade do Jeremy depois de ter sido atropelado? Talvez seja por isso que querem me pagar só metade do que recebi na primeira temporada.”

Apesar das negociações terem começado mal, Renner afirmou que mantém muito respeito pelos estúdios Marvel e pela Disney, e que continua interessado em voltar ao papel de Clint Barton no futuro. “Isso não tem a ver com a Marvel em si, atenção. É só a Disney, ou nem bem a Disney são os contadores pão-duros. Eu basicamente disse para eles irem passear. Foi realmente uma oferta insultuosa.”

“Eu amo o personagem. Adoraria voltar, mas preciso me valorizar,” acrescentou. “Não pedi um aumento só queria receber o mesmo da primeira temporada. É uma pena que isso tenha acontecido, mas tudo bem. No fim das contas, acho que meu corpo está me agradecendo por não fazer isso agora. Mas vamos ver o que acontece.”

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Ghost of Tsushima: Presidente da Crunchyroll compartilha expectativas para o anime

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Originalmente lançado como um jogo para PlayStation, Ghost of Tsushima está expandindo seu universo com diversos derivados, incluindo um filme live-action dirigido por Chad Stahelski, conhecido por comandar a franquia John Wick. Além disso, a obra ganhará também uma adaptação em anime.

Em entrevista ao site Deadline, o presidente da Crunchyroll, Rahul Purini, comentou sobre suas expectativas em relação ao projeto. Ele destacou a forte conexão entre fãs de anime e games, o que reforça sua confiança no sucesso dessa aposta:

“Isso definitivamente nos motiva a querer explorar mais experimentos. Ghost of Tsushima é um ótimo exemplo é uma propriedade intelectual de jogo muito amada pelos fãs, e essa é uma das razões pelas quais queremos trazê-la para o anime, para ver se conseguimos repetir esse mesmo fenômeno.”

O anime está sendo produzido por meio de uma parceria entre Crunchyroll, Sony Music e PlayStation Productions, com estreia prevista para 2027.

Fonte: Deadline
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7 Kdramas que vão lançar em maio

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1. Spring of Youth

Conta a história de um cantor de K-pop , Sa-gye, que é forçado a frequentar um campus universitário. Formando uma banda mista de quatro integrantes , ele encontra o amor e a música com paixão.

Estreia: 6 de maio de 2025

2. Tastefully Yours

Conta a história de um herdeiro de conglomerado que se torna um “caçador de receitas”, adquirindo pequenos restaurantes para herdar uma empresa de alimentos, e cruza caminhos com uma chef determinada que dirige um restaurante exclusivo.

Estreia: 12 de maio de 2025

3. Dear Hongrang

Querido Hongrang

Ambientado na era Joseon, o melodrama de mistério acompanha Hong-rang (Lee Jae-wook), herdeiro da maior família de comerciantes, que retorna após 12 anos desaparecido e sem memórias. Sua meia-irmã Jae-yi (Jo Bo-ah);suspeita que ele seja um impostor.

Estreia: 16 de maio de 2025

4. Nine Puzzles

Uma detetive brilhante retorna ao trabalho para resolver um caso de assassinato em série que lembra o assassinato de seu próprio irmão.

Entreia: 21 de maio de 2025

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5. Our Unwritten Seoul

A história de duas irmãs gêmeas parecidas, mas com personalidades diferentes, que trocam de vida por algum motivo e levam vidas completamente diferentes por causa de uma mentira.

Estreia: 24 de maio de 2025

6. Oh My Ghost Clients

No Mu-jin (Jung Kyoung-ho) é um advogado trabalhista indiferente à justiça, que enxerga seu trabalho apenas como um meio de ganhar a vida. Tudo muda quando, após quase morrer enquanto investiga a corrupção no setor trabalhista com um YouTuber, ele começa a receber pedidos de ajuda de fantasmas. Agora, para sobreviver, precisa resolver casos trabalhistas do além — e, no processo, passa a evoluir como pessoa e como profissional.

Estreia: 30 de maio de 2025

7. Good Boy

O drama acompanha jovens atletas que se tornam policiais por meio de um programa especial de recrutamento para medalhistas olímpicos.

Estreia: 31 de maio de 2025

Gostou dos lançamentos? Caso tenha faltado algum, comente abaixo.

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Changer Seven: game brasileiro inspirado em Tokusatsu é apresentado na Gamescom Latam 2025

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Se você cresceu assistindo Tokusatsu, prepare-se: vem aí um jogo feito sob medida para despertar essa nostalgia. Changer Seven é um novo título de ação e aventura 3D desenvolvido pela brasileira Gixer Entertainment, com sede em São Paulo.

O game promete unir combate intenso, narrativa envolvente e uma explosão de referências à cultura pop japonesa com um pouquinho da nossa cultura, já que os cenários se passam no Brasil, com a uma demonstração sendo feita no cenário inspirado da avenida Paulista, onde podemos jogar com os quatro personagens.

Referenciando os gêneros de Tokusatsu, Changer Seven coloca os jogadores no controle de um esquadrão de super-heróis que precisa salvar a humanidade de uma super ameaça. A proposta é reviver a emoção dos “monstros da semana”, como nos clássicos programas de Tokusatsu, misturando ação moderna com aquele charme nostálgico.

O gameplay é centrado em lutas dinâmicas com sistemas de combos e troca entre personagens em tempo real. Cada membro do time Changer Seven possui habilidades únicas.

Do elenco já apresentado, temos:

Rubi valente, Changer Vermelho, que utiliza como arma, uma espada.

Mari Silva, a Changer Azul, que empunha um escudo multifuncional.

Leon Silva, o Changer amarelo, que ultiliza uma lança.

Rick Rosa, o Changer rosa, que ultiliza adagas.

Lançamento e plataformas

Apesar de algumas previsões iniciais apontarem 2025, informações atualizadas na Steam confirmam que o jogo será lançado em 2026. Estará disponível para PlayStation 5, Steam e Epic Games Store.

Uma demo jogável foi apresentada na Gamescom Latam 2025.

Veja a foto da Stand:

Se você já está animado com o projeto, dá para adicionar Changer Seven à sua wishlist na Steam.

Com potencial para conquistar tanto fãs de longa data quanto novas gerações, Changer Seven é mais uma prova da força criativa dos estúdios brasileiros. Fique de olho nesse título.

Se você quer acompanhar o desenvolvimento deste jogo, é só seguir eles no Instagram clicando aqui.

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Doom: The Dark Ages é apresentado na Gamescom Latam 2025

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A Gamescom LATAM trouxe o novo jogo da icônica franquia Doom, que está prestes a voltar às origens, mas com uma abordagem totalmente nova. Entitulado de Doom: The Dark Ages, o próximo grande título da série está com lançamento marcado para 15 de maio de 2025 no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (via Steam).

Desenvolvido pela id Software e publicado pela Bethesda Softworks, Doom: The Dark Ages será uma prequela direta dos jogos Doom (2016) e Doom Eternal (2020). A proposta agora é mostrar a origem do lendário DOOM Slayer, levando os jogadores a uma guerra épica contra as forças do Inferno em um cenário medieval sombrio.

Com gráficos impulsionados pela mais recente versão da idTech engine, o jogo promete ambientes gigantescos e visual espetacular, explorando castelos em ruínas, florestas densas, campos de batalha épicos e até mesmo reinos infernais ancestrais.

Entre as novidades do arsenal,  nesses novo jogo, o Slayer agora contará com um escudo multifuncional, capaz de aparar ataques, contra-atacar e até ser usado como arma. Outra adição é a Shield Saw, uma serra acoplada ao escudo, além de uma arma com corrente e bola de ferro para esmagar os inimigos de forma devastadora.

Leia tambémGamescom Latam 2025 apresenta o jogo Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2

Além disso, a clássica Super Shotgun está de volta, e o sistema de Glory Kills foi aprimorado.

A campanha promete ser uma das mais épicas da franquia, com uma narrativa centrada na ascensão do Slayer como a arma definitiva dos deuses e reis.

O vilão principal será uma entidade demoníaca que busca eliminar o Slayer e se tornar a única força temida do universo.

Diferente de outros títulos da série, Doom: The Dark Ages não contará com modo multiplayer. A equipe da id Software decidiu concentrar todos os esforços na experiência single-player, oferecendo uma campanha densa, cinematográfica e recheada de ação.

A versão Premium Edition ainda trará conteúdos extras, como acesso antecipado de até 2 dias, DLCs futuros da campanha e itens exclusivos. O jogo também contará com ray tracing, prometendo gráficos de última geração e um sistema de detecção de impactos ainda mais preciso. Vale destacar que o game usará o sistema Denuvo Anti-Tamper como proteção de DRM.

Foto da Stand na Gamescom

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Thunderbolts* vale o hype? Crítica com spoilers do filme

Crítica de Thunderbolts*
Thunderbolts* - Marvel Studios

Prontos para agir a favor de causas duvidosas, os seis parecem ser a escolha errada para lidar com os desafios de alto risco ao lado do governo. A final de contas, Thunderbolts* vale o hype?

Confira a sinopse e o trailer do filme:

Um grupo de anti-heróis é pego em uma armadilha mortal por Valentina Allegra de Fontaine e são forçados a uma missão perigosa que pode lhes trazer a redenção se unirem-se como uma equipe.

Gabriel Rodrigues: ⭐⭐⭐⭐⭐

“Thunderbolts*” é como uma história clássica de redenção, na qual personagens quebrados e rejeitados descobrem um lado heroico que nem eles esperavam. O diferencial destacado é o foco emocional: enquanto filmes como “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, usam humor irreverente e violência exagerada para chegar à emoção, “Thunderbolts” aposta em sentimentos genuínos como vergonha, arrependimento e autoaversão. O filme explora profundamente o impacto dessas emoções nos personagens, mostrando como a perda de autoestima é central em sua jornada.

Grande parte dessa carga emocional recai sobre Yelena Belova, a nova Viúva Negra (interpretada de forma brilhante por Florence Pugh), uma escolha acertada do roteiro ao colocar seu talento no centro da história. Atualmente realizando missões de extermínio para Valentina de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), diretora da CIA, Yelena ainda sofre com a perda da irmã, Natasha Romanoff, tentando encontrar seu lugar em um mundo sem ela. Afundada na tristeza, Yelena bebe, se deprime e aceita os trabalhos de Val apenas para se manter ocupada, vivendo no automático, mas claramente infeliz.

Em meio a essa crise, ela busca apoio em seu pai adotivo, Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho (David Harbour), tentando desesperadamente restabelecer uma conexão emocional. No entanto, antes que consiga reconstruir esse vínculo, Val surge com uma nova missão para ela.

Quando Yelena chega ao complexo ultrassecreto, ela se depara com outros anti-heróis: o problemático John Walker/Agente Americano (Wyatt Russell), a assassina Ghost (Hannah John-Kamen) e a implacável Taskmaster (Olga Kurylenko). Logo fica evidente que Valentina tinha uma estratégia oculta: eliminar todos os seus mercenários de uma só vez, cortando pontas soltas.

No entanto, o plano sai do controle porque esse grupo de excluídos é mais astuto do que Valentina esperava — e ainda há Bob (Lewis Pullman), um sobrevivente inesperado dos experimentos, cujo verdadeiro poder começa a emergir, mergulhando tudo em caos. Agora, cabe a esse grupo improvável, sob a liderança do congressista Bucky Barnes (Sebastian Stan), conter a ameaça liberada.

Escrito por Eric Pearson e Joanna Calo (co-showrunner de The Bear), o enredo de Thunderbolts pode parecer comum e previsível, mas sua força está na mensagem emocional: superar desonra, remorso e os fantasmas internos. No fim, o verdadeiro vilão da história não é Valentina, nem qualquer grande ameaça externa, mas a incerteza, a autossabotagem e o peso do passado — a culpa, a vergonha e as frustrações que nos prendem e dificultam o avanço.

O verdadeiro inimigo não é o plano perverso de Valentina, nem o Sentinela ou qualquer outra ameaça externa, mas sim a incerteza, a autossabotagem e os pensamentos negativos que nos mantêm presos ao passado, à culpa, à vergonha e às decepções que carregamos.

Embora não seja o maior blockbuster recente e talvez funcione melhor como um drama do que como um filme clássico de super-heróis, Thunderbolts da Marvel é uma história divertida e envolvente sobre perdedores carismáticos e marginalizados que encontram propósito em meio a uma grande crise.

Apesar de não trazer batalhas grandiosas ou cenas épicas, o filme surpreende com seu foco em conflitos humanos genuínos e na dor de quem acredita não merecer amor ou reconhecimento, tornando-se inesperadamente emocionante e tocante. Além disso, Thunderbolts acerta ao não tentar ser algo que não é: não força um terceiro ato grandioso que destoaria do tom intimista do restante da trama e evita atalhos fáceis ou momentos vazios apenas para impressionar.

Por isso, ele se destaca como um dos filmes mais sinceros e autênticos da Marvel nos últimos anos, com uma identidade própria e sem a necessidade de parecer um derivado dos Vingadores, porque claramente não é.”

Thunderbolts” surpreende por seu lado emocional, já que os poucos, porém impactantes, momentos sentimentais superam em muito suas cenas de ação. O grande trunfo do filme está no talento de Florence Pugh e na química entre o elenco. A cena mais marcante envolve um momento íntimo entre Yelena e seu ‘pai’, Alexei — um simples diálogo entre uma filha que perdeu seu brilho e um pai que acredita no poder dela de iluminar o mundo tão poderoso, emocionalmente, quanto qualquer confronto épico no MCU.

Alguns podem dizer que Thunderbolts serve apenas como ponte para a cena pós-créditos, potencialmente mais relevante para o MCU do que o próprio filme, mas isso não captura o verdadeiro propósito da história. Apesar de reunir vários personagens marginalizados, o foco está neles como indivíduos suas dores, dúvidas e crescimento, não apenas em seu impacto no universo.

Embora não revolucione o MCU, Thunderbolts também não pretende isso. Pode ser visto como uma espécie de ‘sessão de terapia’ de duas horas, que fala sobre autocompaixão, perdão e a transformação da dor em algo positivo, envolto em uma narrativa de super-heróis. Ele equilibra emoção, humor e uma mensagem genuinamente tocante sobre redenção e isso, mesmo que pareça uma vitória pequena, é profundamente significativo.”

E você, o que achou do filme? Thunderbolts* vale o hype? Vote e comente abaixo!

Ou acesse nosso arquivo digital de críticas e confira nossa opinião do mais alto Hype!

Nota do Publico
[Total: 1 Average: 5]

[imdb-quotes]tt20969586[/imdb-quotes]

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Gamescom Latam 2025 apresenta o jogo ‘Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2’

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Uma das grandes surpresas da Gamescom Latam 2025 foi o anúncio oficial de “Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2”, sequência do aclamado jogo baseado no anime Kimetsu no Yaiba. Desenvolvido com base nos novos arcos da série, o título promete expandir a experiência dos fãs com mais ação, personagens e modos de jogo.

Data de lançamento e plataformas

O jogo tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2025 nas plataformas PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC (via Steam), tanto na América do Norte quanto na Europa. Já quem adquirir a Digital Deluxe Edition poderá começar a jogar com acesso antecipado a partir do dia 31 de julho.

Leia também:Demon Slayer revela brindes para promover o lançamento de Infinity Castle

História

O modo história do jogo será baseado nos arcos mais recentes da adaptação em anime, incluindo:

  • Arco do Distrito do Entretenimento
  • Arco da Vila dos Ferreiros
  • Arco do Treinamento Hashira

Os jogadores poderão reviver cenas emocionantes desses momentos épicos com sequências cinematográficas e combates cheios de adrenalina, jogabilidade aprimorada, além do tradicional Modo História, o novo título contará com:

Modo Versus, com vários personagens  jogáveis, incluindo os nove Hashira (temos 13 personagens disponíveis para jogar na demo na Gamescom), novas mecânicas de combate, como os Dual Ultimates (técnicas finais conjuntas), sistema de Gear (equipamentos personalizáveis), e desafios tanto online quanto offline, com modos pensados para fãs casuais e competitivos.

Personagens confirmados

  • Além dos 18 personagens do primeiro jogo, o novo título incluirá diversas adições:
  • Hashiras: Muichiro Tokito, Mitsuri Kanroji, Tengen Uzui, Obanai Iguro, Sanemi Shinazugawa e Gyomei Himejima.
  • As três esposas de Tengen Uzui (Makio, Suma e Hinatsuru) jogáveis como um só personagem
  • Tanjiro, Zenitsu e Inosuke com visuais dos novos arcos
  • Genya Shinazugawa
  • Versões da Academia Kimetsu de Rengoku e Tengen Uzui
  • Demônios como Daki, Gyutaro, Gyokko e Hantengu

Edições e bônus

Pré-venda:

Chaves de desbloqueio para Muichiro Tokito e Mitsuri Kanroji.

Digital Deluxe Edition:

  • Jogo base
  • Chaves de desbloqueio para Tengen Uzui, Obanai Iguro, Sanemi Shinazugawa, Gyomei Himejima, Rengoku e Uzui da Academia
  • Trajes de batalha especiais para Tanjiro, Inosuke e Uzui
  • Conjunto de vozes para os Demônios de Nível Superior no Modo Versus
  • Acesso antecipado no dia 31 de julho

Bônus de Save Data:

Para quem jogou o primeiro jogo, haverá recompensas como as esposas de Uzui jogáveis (Hinatsuru, Makio e Suma) e trajes de batalha exclusivas

“Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2” chega prometendo ser um dos grandes lançamentos do ano, oferecendo ainda mais conteúdo para os fãs do universo criado por Koyoharu Gotouge. Fique ligado para mais novidades diretamente da Gamescom Latam 2025!

Veja uma foto da stand

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“Thunderbolts*” recebe elogios da crítica especializada

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O mais recente lançamento da Marvel Studios, Thunderbolts, tem sido amplamente bem recebido pela crítica. Segundo o site Rotten Tomatoes, o filme já acumula 90% de aprovação com base em 83 avaliações, um início promissor para esta nova etapa do Universo Cinematográfico da Marvel.

A trama reúne um grupo improvável de anti-heróis Yelena Belova, Bucky Barnes, Red Guardian, Ghost, Taskmaster e John Walker que se veem obrigados a colaborar numa missão sob as ordens de Valentina Allegra de Fontaine. De acordo com os críticos, a interação entre os personagens é um dos pontos altos do filme, equilibrando com eficácia humor ácido, ação intensa e momentos de drama emocional. O tom mais sombrio e introspectivo também foi bem recebido, oferecendo uma mudança bem-vinda em relação à fórmula tradicional da franquia.

A performance de Florence Pugh (Yelena) foi especialmente destacada, assim como a direção segura, que permite explorar a tensão e os conflitos internos do grupo. Embora alguns comentários apontem que o filme segue ainda algumas convenções do MCU, muitos reconhecem o esforço em abordar dilemas morais mais complexos.

Com a estreia internacional prestes a acontecer, a expectativa do público é grande. As projeções indicam uma forte abertura nos cinemas, e há quem aposte que Thunderbolts será um dos grandes sucessos da Marvel em 2025, especialmente entre os fãs que procuram narrativas mais densas e psicológicas.

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Netflix lança trailer de ‘Lost in Starlight’, primeira animação coreana da plataforma

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A Netflix lançará em 30 de maio seu primeiro longa-metragem de animação coreano, “Lost in Starlight”, escrito e dirigido por Han Ji-won, com vozes de Kim Tae-ri e Hong Kyung.

Ambientado em Seul, no ano de 2050, o filme conta a história romântica entre Nan-young, uma astronauta determinada a explorar Marte, e Jay, um músico que deixou sua carreira artística de lado.

O romance começa quando Nan-young busca consertar o toca-discos da mãe e conhece Jay, iniciando uma jornada emocional entre sonhos e sentimentos. A animação mistura romance, ficção científica e arte visualmente rica, com cenários futuristas como a Sewoon Plaza e a Jamsu Bridge.

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O filme foi elogiado por Bong Joon-ho, que o descreveu como “uma obra-prima visual”. Dirigido por uma estrela em ascensão da animação coreana, Han Ji-won, o projeto marca um novo passo da Coreia do Sul na animação internacional.

Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mundo do entretenimento? É só acompanhar o Hypando em todas as nossas redes sociais.
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Crescimento limitado do Game Pass nos EUA chama atenção de analistas

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O serviço de assinatura Xbox Game Pass enfrenta dificuldades para ampliar sua base de consumidores nos Estados Unidos mesmo após incorporar grandes franquias. Em mensagem nas redes sociais, Mat Piscatella, analista da Circana (antiga NPD) responsável por dados de vendas nos EUA, revelou que o Game Pass cresceu apenas 12% no quarto trimestre de 2024 no mercado norte-americano, apesar da chegada simultânea de jogos populares como Call of Duty e Diablo. Esse número modesto indica que o impulso inicial dado pela pandemia em 2020-21 ao modelo de assinaturas já se estagnou.

Além disso, Piscatella destacou que, depois do pico pandêmico, o gasto dos consumidores americanos com assinaturas de jogos permaneceu praticamente estável. Segundo ele, o aumento observado em 2024 se deveu quase exclusivamente à adição de Call of Duty ao catálogo do Game Pass uma elevação pontual de 12% na receita do período. “As assinaturas certamente não são o futuro dos games”, frisou o analista, sugerindo que, apesar de continuarem presentes, elas não serão o principal motor da indústria de jogos daqui em diante.

O próprio Piscatella comentou que os sinais de saturação do mercado de assinaturas já podem ser percebidos. Ele apontou que os jogadores demonstram cansaço com a oferta de serviços mensais e que as empresas “estão mudando um pouco o foco do incentivo à assinatura”. Em outras palavras, várias fabricantes (como Microsoft e Sony) já começaram a ajustar suas estratégias, diminuindo ênfase em promover os pacotes de assinatura à medida que os consumidores saturam desse modelo. Esse contexto explica movimentos recentes como a remoção de dezenas de jogos dos níveis Premium do PlayStation Plus, sinalizando que nem mesmo competidores do Game Pass escapam das críticas e da busca por melhor valor pelos assinantes.

Em contraste com a visão de mercado saturado, desenvolvedores independentes ressaltam benefícios em ter seus títulos no Game Pass. John Buckley, diretor de comunicação da Pocketpair (estúdio de Palworld), usou as redes sociais para defender que vale muito a pena ter um jogo no Game Pass. No caso do RPG independente Clair Obscur: Expedition 33, lançado simultaneamente em plataformas convencionais e no Game Pass, a estratégia se mostrou lucrativa: o título vendeu cerca de 1 milhão de cópias em apenas três dias, além de ter sido experimentado pelos assinantes do serviço. Buckley ressaltou que as duas produções da Pocketpair lançadas no Game Pass tiveram alcançado um público muito maior e vendido mais graças ao serviço de assinatura. Em suas palavras, embora o modelo de subscrição não seja adequado para todos os jogos, ele pode servir como importante vitrine, ampliando a visibilidade e as vendas de títulos menores.

Fonte: Bsky
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