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“Terra da Máfia”: quando estreia a 3ª temporada? Confira

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Os fãs de “Terra da Máfia” já podem comemorar: a série foi oficialmente renovada para uma terceira temporada pelo Paramount+. A confirmação aconteceu antes mesmo da estreia do segundo ano, mostrando a confiança do streaming no drama criminal estrelado por Tom Hardy, Pierce Brosnan e Helen Mirren. 

Quando estreia a 3ª temporada de “Terra da Máfia”?

A terceira temporada de “Terra da Máfia” ainda não tem data de estreia. O Paramount+ confirmou a renovação, mas não divulgou quando os novos episódios chegarão ao catálogo.

Também ainda não foram anunciados o número de episódios, a história completa da nova temporada ou uma previsão para o início das filmagens.

“Terra da Máfia” terá 3ª temporada?

Sim. O Paramount+ anunciou oficialmente a renovação da série para a terceira temporada em 3 de setembro de 2026, antes da estreia da segunda temporada, marcada para 18 de setembro.

A decisão garante a continuidade da história de Harry Da Souza e da família Harrigan, que permanecem no centro da disputa pelo poder dentro do crime organizado.

Tom Hardy vai voltar na 3ª temporada?

Sim. Tom Hardy está confirmado para retornar como Harry Da Souza. O personagem é o homem de confiança dos Harrigan e atua como uma espécie de solucionador de problemas para a família.

O retorno de Hardy é especialmente importante porque surgiram relatos de conflitos nos bastidores durante a produção da segunda temporada. A confirmação da terceira temporada encerra as dúvidas sobre a permanência do ator na série.

Pierce Brosnan e Helen Mirren também vão voltar?

Sim. Pierce Brosnan e Helen Mirren também estão confirmados na terceira temporada, reprisando os papéis de Conrad Harrigan e Maeve Harrigan.

Com isso, o trio formado por Tom Hardy, Pierce Brosnan e Helen Mirren continuará no centro da produção.

O que esperar da 3ª temporada?

A história da terceira temporada ainda é mantida em segredo. Como a segunda temporada ainda não estreou, o Paramount+ não revelou quais acontecimentos serão utilizados como ponto de partida para os próximos episódios.

A expectativa é que a nova fase continue explorando a disputa entre as famílias criminosas e as consequências dos conflitos envolvendo os Harrigan. Harry Da Souza também deverá permanecer no meio dessas disputas, tentando proteger os interesses da família enquanto lida com novas ameaças.

Quando estreia a 2ª temporada?

Antes da terceira temporada, os fãs ainda precisam acompanhar o segundo ano da série. A 2ª temporada de “Terra da Máfia” estreia em 18 de setembro de 2026 no Paramount+.

A nova temporada terá 10 episódios, lançados semanalmente. A história mostrará os Harrigan enfrentando novos rivais enquanto as tensões dentro da própria família ameaçam seu império criminoso.

Onde assistir a “Terra da Máfia”?

“Terra da Máfia” está disponível exclusivamente no Paramount+. A primeira temporada possui 10 episódios e já pode ser assistida na plataforma. 6

A segunda temporada também será lançada pelo streaming, com estreia marcada para 18 de setembro de 2026.

Afinal, quando lança a 3ª temporada de “Terra da Máfia”?

A terceira temporada de “Terra da Máfia” está confirmada, mas ainda não possui uma data de estreia. Tom Hardy, Helen Mirren e Pierce Brosnan retornarão para continuar a história.

Por enquanto, a próxima data importante para os fãs é 18 de setembro de 2026, quando a segunda temporada chega ao Paramount+. Novas informações sobre a terceira temporada devem ser divulgadas posteriormente pela plataforma.

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Quando lança a segunda temporada de “Marshals”? Confira a data de estreia

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Os fãs de “Marshals” já podem comemorar: a segunda temporada da série, derivada do universo de “Yellowstone”, já tem data de estreia confirmada. Os novos episódios chegam em 4 de outubro de 2026, marcando o retorno de Kayce Dutton, novamente interpretado por Luke Grimes.

A produção continuará acompanhando o personagem depois de sua mudança de vida e de sua entrada em uma unidade de elite dos U.S. Marshals. A nova temporada chega após o sucesso do primeiro ano, que rapidamente garantiu a renovação da série.

Quando estreia a segunda temporada de “Marshals”?

A segunda temporada de “Marshals” estreia no dia 4 de outubro de 2026, um domingo, pela CBS nos Estados Unidos. A informação foi confirmada oficialmente pela Paramount.

O primeiro episódio será exibido durante a semana de estreias da programação de outono da emissora. A partir de 11 de outubro, a série seguirá seu horário regular aos domingos.

“Marshals” terá segunda temporada?

Sim. A segunda temporada já está confirmada e em produção. A CBS renovou “Marshals” ainda em março de 2026, pouco tempo depois da estreia da primeira temporada.

A decisão aconteceu após o forte desempenho inicial da série. Segundo informações divulgadas pela CBS, o episódio de estreia alcançou mais de 20 milhões de espectadores em diferentes plataformas durante seus primeiros sete dias de disponibilidade.

O que aconteceu no final da primeira temporada?

Marshals

A primeira temporada terminou deixando diversos acontecimentos em aberto, o que aumenta a expectativa para os novos episódios. O destino de alguns personagens da equipe de Kayce Dutton se tornou um dos principais mistérios deixados pelo último episódio.

Os acontecimentos envolvendo o filho de Kayce, Tate, também devem continuar sendo importantes para a história. A segunda temporada promete mostrar novas consequências dos conflitos enfrentados pelo protagonista.

O que esperar da segunda temporada?

Kayce continuará trabalhando ao lado de uma unidade de elite dos U.S. Marshals enquanto tenta equilibrar sua perigosa profissão com a responsabilidade de cuidar de Tate.

A nova temporada também deve desenvolver os acontecimentos relacionados a Tom Weaver, personagem envolvido nos conflitos que marcaram o final da primeira temporada. O trailer divulgado recentemente mostra que os problemas continuarão perseguindo Kayce, que precisará lidar novamente com ameaças ligadas ao seu passado e ao legado da família Dutton.

Quem está no elenco da segunda temporada?

Luke Grimes retorna como Kayce Dutton, personagem que interpretou originalmente em “Yellowstone”. A nova temporada também contará com o retorno de integrantes importantes do elenco, incluindo Logan Marshall-Green, Arielle Kebbel, Ash Santos e Tatanka Means.

Outros personagens conhecidos do universo de “Yellowstone” também devem continuar aparecendo na produção, incluindo Tate Dutton, Thomas Rainwater e Mo.

Onde assistir à segunda temporada de “Marshals”?

Nos Estados Unidos, a série será exibida pela CBS e disponibilizada no Paramount+. Assinantes do plano Premium poderão acompanhar os episódios ao vivo, enquanto os capítulos também ficarão disponíveis posteriormente sob demanda.

Até o momento, ainda é importante acompanhar os anúncios das plataformas responsáveis pela distribuição internacional para saber quando e onde a segunda temporada estará disponível no Brasil.

Afinal, quando “Marshals” volta?

A segunda temporada de “Marshals” estreia em 4 de outubro de 2026. Os novos episódios marcarão o retorno de Luke Grimes como Kayce Dutton e continuarão a expandir a história do personagem depois dos acontecimentos de “Yellowstone”.

Com vários conflitos deixados em aberto pela primeira temporada e uma nova ameaça surgindo para Kayce e sua família, os próximos episódios prometem aprofundar ainda mais a história do personagem no universo dos U.S. Marshals.

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Semana do Cinema 2026: Saiba como pagar 10 reais no ingresso

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A Semana do Cinema está de volta para mais uma edição em 2026 e promete ser uma ótima oportunidade para quem quer assistir aos principais filmes em cartaz gastando menos. A campanha nacional oferecerá ingressos a partir de R$ 10 em cinemas de todo o Brasil durante sete dias.

A segunda edição da Semana do Cinema em 2026, e a nona desde a criação da campanha, acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Durante esse período, o público poderá aproveitar valores promocionais em sessões tradicionais, além de descontos em combos de pipoca, bebidas e outros produtos em redes participantes.

Quando acontece a Semana do Cinema 2026?

A Semana do Cinema acontece entre 10 e 16 de setembro de 2026, em salas espalhadas por diferentes regiões do país.

Esta será a segunda edição da campanha realizada em 2026. A primeira aconteceu em fevereiro e também levou milhões de pessoas aos cinemas brasileiros com ingressos promocionais.

Quanto custam os ingressos?

Durante a Semana do Cinema, os ingressos para sessões tradicionais iniciadas antes das 17h custarão R$ 10.

Já as sessões realizadas em outros horários terão ingressos promocionais de R$ 12. Os valores também serão válidos durante o fim de semana, permitindo que o público aproveite a promoção independentemente do dia escolhido.

Quais sessões participam da promoção?

A promoção é válida para as sessões tradicionais dos cinemas participantes. No entanto, existem algumas exceções importantes.

O preço promocional não se aplica a pré-estreias, shows e salas especiais. Sessões em formatos premium podem seguir valores diferentes, dependendo da rede e do cinema escolhido. Por isso, é importante verificar as condições antes de finalizar a compra.

Como participar da Semana do Cinema?

Para aproveitar a promoção, o público deve procurar um cinema participante durante o período da campanha e escolher uma sessão elegível para o desconto.

Os ingressos podem ser adquiridos diretamente nas bilheterias dos cinemas ou por plataformas de venda online, dependendo da rede. Na compra digital, também é importante ficar atento às possíveis taxas de serviço cobradas pelas plataformas.

Haverá desconto na pipoca?

Sim. Além dos ingressos promocionais, a Semana do Cinema também contará com ofertas especiais em combos de pipoca, snacks e bebidas.

Os descontos, no entanto, podem variar entre as redes participantes. Por isso, o público deve consultar as promoções específicas do cinema escolhido para descobrir quais combos estarão disponíveis durante a campanha.

Quais cinemas participam?

A Semana do Cinema é uma campanha nacional que reúne redes de cinema de diferentes regiões do Brasil. A iniciativa é realizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas, a FENEEC, com apoio da ABRAPLEX, da Ingresso.com e do Grupo Consciência.

Como a campanha envolve cinemas de várias cidades, a melhor forma de confirmar a participação é consultar diretamente a programação e os canais oficiais da rede mais próxima antes de comprar o ingresso.

Como conferir as sessões disponíveis?

O público pode consultar a programação dos cinemas participantes diretamente pelos canais oficiais de cada rede ou pelas plataformas de venda de ingressos.

Como a programação pode variar de acordo com a cidade e o cinema escolhido, os filmes e horários disponíveis podem ser diferentes em cada região.

Semana do Cinema já levou milhões de pessoas às salas

A campanha se tornou uma das principais iniciativas promocionais do mercado exibidor brasileiro. Ao longo de suas edições anteriores, a Semana do Cinema já levou mais de 26,7 milhões de pessoas às salas de cinema em todo o país.

A edição realizada em fevereiro de 2026 vendeu mais de 3,9 milhões de ingressos, e a expectativa para a nova campanha é repetir o sucesso e atrair ainda mais espectadores.

Leia também:Quando Michael 2, sequência da cinebiografia de Michael Jackson, vai estrear nos cinemas?

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O Outro Lado das Redes: tudo sobre o filme, sinopse, elenco, estreia, duração e muito mais

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O Outro Lado das Redes é um dos filmes mais aguardados de 2026 e promete levar o público novamente para os bastidores do Facebook. Conhecido internacionalmente como The Social Reckoning, o longa funciona como uma obra complementar a A Rede Social, filme lançado em 2010 que contou a origem da plataforma criada por Mark Zuckerberg.

Desta vez, porém, a história deixa de lado os primeiros anos do Facebook para acompanhar uma das maiores crises envolvendo a empresa: as denúncias feitas pela ex-funcionária Frances Haugen e a investigação jornalística que ficou conhecida como The Facebook Files.

O novo filme é escrito e dirigido por Aaron Sorkin, responsável pelo roteiro de A Rede Social, e conta com Mikey Madison, Jeremy Allen White e Jeremy Strong nos papéis principais.

Qual é a história de O Outro Lado das Redes?

A trama de O Outro Lado das Redes acompanha Frances Haugen, uma jovem engenheira que trabalhou no Facebook e decidiu procurar o jornalista Jeff Horwitz, do The Wall Street Journal, para revelar informações internas da empresa.

A partir desse encontro, os dois embarcam em uma investigação que ameaça expor alguns dos segredos mais bem guardados da rede social.

O filme é inspirado em acontecimentos reais que deram origem à série de reportagens The Facebook Files, publicada pelo The Wall Street Journal em 2021.

As investigações colocaram em discussão diversos problemas relacionados ao funcionamento da plataforma e aos efeitos das redes sociais na sociedade, incluindo questões envolvendo adolescentes, desinformação e conteúdos relacionados à violência política.

A produção transforma essa investigação em um drama de suspense e mostra a jornada de Haugen e Horwitz enquanto eles tentam compreender e revelar o que acontecia dentro de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.

Sinopse de O Outro Lado das Redes

Frances Haugen, uma jovem engenheira do Facebook, conta com a ajuda de Jeff Horwitz, jornalista do The Wall Street Journal, para embarcar em uma perigosa jornada que acaba revelando os segredos mais bem guardados da rede social.

A sinopse oficial descreve o filme como uma história real de confronto entre indivíduos e uma das empresas mais poderosas do mundo, colocando Frances e Jeff no centro de uma investigação que teria grandes consequências.

O Outro Lado das Redes é continuação de A Rede Social?

Sim, mas existe uma diferença importante.

O Outro Lado das Redes não é apresentado simplesmente como uma sequência tradicional de A Rede Social. Aaron Sorkin e a equipe de produção descrevem o projeto como uma “obra complementar” ao filme de 2010.

Enquanto A Rede Social mostrou a criação do Facebook e os conflitos envolvendo Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin e os irmãos Winklevoss, o novo filme avança vários anos e aborda as consequências da influência da plataforma sobre a sociedade.

Assim, os dois filmes estão conectados pelo universo e por alguns personagens, mas contam histórias de momentos completamente diferentes da trajetória do Facebook.

Quem é Frances Haugen?

Frances Haugen é uma ex-funcionária do Facebook que se tornou uma das principais denunciantes da empresa.

No filme, ela é interpretada por Mikey Madison, vencedora do Oscar por Anora.

A personagem está no centro da narrativa porque suas denúncias ajudaram a revelar documentos internos da empresa e deram origem a uma ampla investigação jornalística.

A produção acompanha justamente o momento em que Haugen decide procurar Jeff Horwitz e compartilhar informações que poderiam provocar uma enorme repercussão pública.

Quem é Jeff Horwitz?

Jeff Horwitz é um jornalista do The Wall Street Journal que participou da investigação responsável por revelar os chamados Facebook Files.

No filme, o personagem é interpretado por Jeremy Allen White, conhecido principalmente por seu trabalho em O Urso.

A relação entre Frances e Jeff é um dos principais elementos da história. Enquanto Frances possui acesso às informações internas da empresa, Jeff utiliza sua experiência jornalística para investigar, verificar e transformar aquele material em uma reportagem de grande impacto.

Jeremy Strong interpreta Mark Zuckerberg

Uma das maiores curiosidades de O Outro Lado das Redes está no novo intérprete de Mark Zuckerberg.

O personagem será vivido por Jeremy Strong, conhecido por interpretar Kendall Roy na série Succession.

Strong assume um papel que ficou marcado pela atuação de Jesse Eisenberg no filme de 2010.

A mudança não significa que o personagem tenha sido simplesmente substituído para continuar exatamente a mesma história. O novo filme acontece muitos anos depois e apresenta uma versão diferente de Zuckerberg, agora diante das consequências da expansão do Facebook e das denúncias contra a empresa.

Por que Jesse Eisenberg não voltou?

Jesse Eisenberg, que interpretou Zuckerberg em A Rede Social, não retorna para O Outro Lado das Redes.

Segundo informações divulgadas durante a produção, Aaron Sorkin chegou a tentar convencer Eisenberg a reprisar o papel, mas o ator não quis voltar.

Com isso, Jeremy Strong assumiu a interpretação de Mark Zuckerberg no novo filme.

Elenco de O Outro Lado das Redes

O outro lado das redes

O filme possui um elenco bastante conhecido de Hollywood. Entre os principais nomes estão:

  • Mikey Madison como Frances Haugen
  • Jeremy Allen White como Jeff Horwitz
  • Jeremy Strong como Mark Zuckerberg
  • Bill Burr
  • Wunmi Mosaku
  • Betty Gilpin
  • Billy Magnussen
  • Gbenga Akinnagbe
  • Anna Lambe
  • Nelson Franklin
  • Aidan Laprete
  • Kelley Pereira
  • Portia Doubleday
  • Patrick Fischler
  • Joey Brooks
  • Sierra Capri
  • Tehmina Sunny

Quem dirige O Outro Lado das Redes?

A direção é de Aaron Sorkin, que também escreveu o roteiro.

Essa é uma das principais conexões entre o novo filme e A Rede Social. Sorkin foi o roteirista do longa de 2010 e retorna agora não apenas como roteirista, mas também como diretor.

O filme representa, portanto, o retorno de Sorkin ao universo que ajudou a construir no cinema.

Quem escreveu o roteiro?

O roteiro foi escrito por Aaron Sorkin.

A história utiliza como base os acontecimentos que deram origem às reportagens The Facebook Files, do The Wall Street Journal.

A produção também é descrita oficialmente como inspirada em acontecimentos reais e como uma história de confronto entre uma denunciante, um jornalista e uma das empresas mais poderosas do setor tecnológico.

Quando estreia O Outro Lado das Redes no Brasil?

O Outro Lado das Redes estreia nos cinemas brasileiros em 8 de outubro de 2026.

A distribuição no Brasil ficará a cargo da Sony Pictures, e o filme terá lançamento exclusivamente nos cinemas.

Nos Estados Unidos, a estreia está marcada para 9 de outubro de 2026.

Data de estreia por país

  • Brasil: 8 de outubro de 2026
  • Estados Unidos: 9 de outubro de 2026

A diferença de um dia faz com que o público brasileiro possa conferir o longa antes da estreia americana.

Onde assistir O Outro Lado das Redes?

Inicialmente, O Outro Lado das Redes será lançado exclusivamente nos cinemas.

Até o momento, não existe uma data oficial anunciada para a chegada do filme a algum serviço de streaming.

Como a distribuição é da Sony Pictures, informações futuras sobre uma possível estreia digital ou em streaming devem ser divulgadas posteriormente pela própria distribuidora.

Portanto, quem quiser assistir ao filme no lançamento deverá procurar as sessões nos cinemas a partir de 8 de outubro de 2026.

Qual é a duração de O Outro Lado das Redes?

A duração divulgada para o filme é de aproximadamente 120 minutos, ou seja, cerca de 2 horas.

Esse número pode sofrer pequenas alterações dependendo da versão final exibida nos cinemas, mas a ficha técnica atualmente disponível aponta para 120 minutos de duração.

Qual é o gênero de O Outro Lado das Redes?

O Outro Lado das Redes é classificado principalmente como:

  • Drama
  • Biografia
  • Suspense
  • Drama jurídico

A história real envolvendo denúncias, investigação jornalística e os possíveis impactos das decisões de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo permite que o filme transite entre diferentes gêneros.

O foco, entretanto, está no drama e no suspense construído ao redor da investigação de Frances Haugen e Jeff Horwitz.

O que são os Facebook Files?

Os Facebook Files foram uma série de reportagens publicadas pelo The Wall Street Journal em 2021 a partir de documentos internos da empresa.

O material revelou informações sobre o funcionamento do Facebook e levantou questionamentos sobre os impactos de determinadas decisões da companhia.

Entre os assuntos abordados nas investigações estavam os efeitos das redes sociais sobre adolescentes, a circulação de desinformação e questões relacionadas à violência política.

Esses acontecimentos formam a base da história de O Outro Lado das Redes.

O filme é baseado em uma história real?

Sim.

Embora seja uma produção dramatizada para o cinema, O Outro Lado das Redes é inspirado em acontecimentos reais.

A história de Frances Haugen, Jeff Horwitz e das denúncias envolvendo documentos internos do Facebook serve como base para o roteiro de Aaron Sorkin.

Qual é a relação com A Rede Social?

A Rede Social, lançado em 2010, contou a história da criação do Facebook e dos conflitos que acompanharam o crescimento da empresa.

O longa dirigido por David Fincher e escrito por Aaron Sorkin se tornou um dos filmes mais conhecidos sobre a indústria da tecnologia.

Mais de uma década depois, O Outro Lado das Redes retorna ao mesmo universo, mas com uma perspectiva completamente diferente.

Em vez de mostrar o nascimento do Facebook, a produção aborda as consequências da influência da plataforma e as controvérsias que surgiram anos depois.

Por isso, mesmo sendo chamado informalmente de A Rede Social 2, o título oficial brasileiro é O Outro Lado das Redes.

O Outro Lado das Redes tem Mark Zuckerberg?

Sim.

Mark Zuckerberg aparece na história e é interpretado por Jeremy Strong.

O personagem não é o protagonista principal, já que a narrativa se concentra especialmente em Frances Haugen e Jeff Horwitz, mas Zuckerberg ocupa uma posição central no conflito apresentado pelo filme.

Sua presença representa o outro lado da investigação e coloca o fundador do Facebook diante das acusações e questionamentos que surgem ao longo da trama.

O Outro Lado das Redes tem trailer?

Sim.

O primeiro teaser/trailer oficial foi divulgado em junho de 2026, apresentando Mikey Madison como Frances Haugen, Jeremy Allen White como Jeff Horwitz e Jeremy Strong como Mark Zuckerberg.

Em agosto de 2026, um novo trailer também foi divulgado, ampliando as imagens da investigação e apresentando mais detalhes do conflito entre os personagens.

A Sony também disponibilizou materiais promocionais do filme e mantém uma página oficial dedicada à produção.

Onde O Outro Lado das Redes foi filmado?

As filmagens da produção aconteceram principalmente em Vancouver, no Canadá, com a fotografia assinada por Jeff Cronenweth.

A produção começou em outubro de 2025 e foi concluída em dezembro do mesmo ano.

Quem produz O Outro Lado das Redes?

O filme é uma produção da Columbia Pictures, em parceria com Alcon Entertainment, Escape Artists e Gotham Group.

A distribuição internacional é da Sony Pictures Releasing.

Entre os produtores estão Todd Black, Peter Rice, Stuart Besser e Aaron Sorkin.

Quem fez a trilha sonora?

A trilha sonora é assinada pelo compositor Alexandre Desplat, vencedor de dois Oscars e conhecido por trabalhos em filmes como O Grande Hotel Budapeste e A Forma da Água.

A participação de Desplat marca uma mudança em relação ao primeiro filme, cuja trilha foi composta por Trent Reznor e Atticus Ross.

Quanto tempo depois de A Rede Social acontece o filme?

O outro lado das redes

O Outro Lado das Redes chega aos cinemas cerca de 16 anos depois de A Rede Social.

O primeiro filme foi lançado em 2010, enquanto a nova produção chega em 2026.

A história também avança aproximadamente esse período dentro do universo apresentado pela franquia, permitindo que a narrativa mostre um Facebook muito diferente daquele apresentado no filme original.

O que esperar de O Outro Lado das Redes?

A nova produção promete uma abordagem mais voltada para investigação, jornalismo e suspense do que para a criação de uma empresa de tecnologia.

A presença de Aaron Sorkin novamente à frente do roteiro é um dos principais motivos para a expectativa em torno do projeto. O cineasta retorna ao universo de A Rede Social para explorar um dos capítulos mais controversos da história recente das redes sociais.

Além disso, o filme reúne três nomes de grande destaque da atual geração de Hollywood: Mikey Madison, Jeremy Allen White e Jeremy Strong.

A história também possui uma característica que pode torná-la especialmente relevante para o público atual: em vez de discutir apenas a criação de uma rede social, o longa questiona o impacto que plataformas digitais passaram a exercer sobre a vida cotidiana e sobre a sociedade.

Ficha técnica de O Outro Lado das Redes

  • Título brasileiro: O Outro Lado das Redes
  • Título original: The Social Reckoning
  • Ano: 2026
  • País: Estados Unidos
  • Gêneros: Drama, biografia e suspense
  • Direção: Aaron Sorkin
  • Roteiro: Aaron Sorkin
  • Produção: Columbia Pictures, Alcon Entertainment, Escape Artists e Gotham Group
  • Distribuição: Sony Pictures Releasing
  • Duração: aproximadamente 120 minutos
  • Estreia no Brasil: 8 de outubro de 2026
  • Estreia nos Estados Unidos: 9 de outubro de 2026
  • Lançamento: exclusivamente nos cinemas
  • Elenco principal: Mikey Madison, Jeremy Allen White, Jeremy Strong, Bill Burr, Wunmi Mosaku, Betty Gilpin e Billy Magnussen

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“Fúria”, thriller de sucesso do Disney+, terá uma segunda temporada? Confira

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Sim! “Fúria”, um dos novos thrillers de maior sucesso do Disney+, terá uma segunda temporada. A renovação da série foi confirmada oficialmente pela Disney+, garantindo o retorno da história estrelada por Emmy Rossum e Lola Petticrew.

A confirmação chega antes mesmo da exibição do último episódio da primeira temporada. A produção vem conquistando uma recepção bastante positiva desde sua estreia e registrou um crescimento significativo de audiência ao longo das semanas, o que ajudou a garantir rapidamente a continuidade da história.

“Fúria” terá segunda temporada?

Sim. “Fúria” foi oficialmente renovada para uma segunda temporada. A Disney+ confirmou a novidade em 28 de agosto de 2026, poucos dias antes da estreia do último episódio do primeiro ano.

A primeira temporada termina em 31 de agosto, mas os fãs já podem ficar tranquilos: a história continuará em novos episódios. Por enquanto, a plataforma ainda não divulgou quantos capítulos serão produzidos nem quando a nova temporada começará a ser gravada.

Por que “Fúria” foi renovada?

A renovação acontece após o bom desempenho da série desde sua estreia. Segundo informações divulgadas oficialmente pela Disney, “Fúria” vem registrando crescimento de audiência semana após semana.

O sétimo episódio da temporada, por exemplo, teve uma audiência 40% maior do que a estreia considerando o primeiro dia de disponibilidade. A série também conquistou uma recepção extremamente positiva da crítica especializada.

No Rotten Tomatoes, a produção estreou com 100% de aprovação dos críticos e, posteriormente, manteve uma pontuação de 98%, recebendo o selo Certified Fresh.

Qual é a história de “Fúria”?

Fúria

A série acompanha Alice Black, uma agente do FBI interpretada por Emmy Rossum. Determinada a resolver um caso envolvendo mortes misteriosas, ela acaba entrando na perseguição de Catherine, uma serial killer calculista e extremamente perigosa, interpretada por Lola Petticrew.

Ao longo da história, a investigação começa a aproximar as duas personagens de uma maneira inesperada. Enquanto Alice tenta capturar Catherine, a agente também precisa enfrentar traumas de seu próprio passado, fazendo com que a fronteira entre justiça, vingança e obsessão se torne cada vez mais difícil de definir.

Quem deve voltar para a segunda temporada?

A Disney ainda não divulgou oficialmente o elenco completo da segunda temporada. No entanto, a renovação anunciada pela plataforma destaca novamente a participação da criadora Elizabeth Meriwether e de Emmy Rossum, que também atua como produtora executiva da série.

Além de Rossum e Lola Petticrew, a primeira temporada conta com Quincy Tyler Bernstine e Scoot McNairy no elenco principal. Jake Lacy, Rob Delaney, Hope Davis, Rob Yang e Steve Way também participam da produção.

O que pode acontecer na segunda temporada de “Fúria”?

Os detalhes da trama ainda estão sendo mantidos em segredo. Por isso, ainda não é possível afirmar qual será o principal caso ou conflito da segunda temporada.

Entretanto, considerando que a primeira temporada acompanha a perseguição entre Alice Black e Catherine, os próximos episódios poderão explorar as consequências do confronto entre as duas personagens e desenvolver novos mistérios ligados à investigação.

Também existe a possibilidade de que a nova temporada amplie o universo da série, apresentando novos personagens e situações para Alice enfrentar. Tudo dependerá, porém, de como os acontecimentos da primeira temporada serão concluídos no episódio final.

Quando estreia a segunda temporada de “Fúria”?

A Disney+ ainda não anunciou uma data de estreia para a segunda temporada. Informações sobre o início das gravações, quantidade de episódios e previsão de lançamento também não foram divulgadas até o momento.

Por enquanto, o público terá que aguardar novos anúncios oficiais da plataforma. Como a renovação acaba de ser confirmada, mais detalhes sobre a produção devem ser revelados nos próximos meses.

Quando termina a primeira temporada?

O último episódio da primeira temporada de “Fúria” estreia em 31 de agosto de 2026. A série foi lançada inicialmente com três episódios, seguidos por novos capítulos disponibilizados semanalmente no Disney+.

Ao todo, a primeira temporada possui oito episódios.

Onde assistir a “Fúria”?

“Fúria” está disponível no Disney+ no Brasil e em outros mercados internacionais. Nos Estados Unidos, a produção é uma série original do Hulu.

A primeira temporada acompanha a caçada de Alice Black a Catherine, mas a renovação confirma que a história não terminará após os acontecimentos do último episódio.

Afinal, “Fúria” terá uma segunda temporada?

Sim. “Fúria” está oficialmente renovada para uma segunda temporada. A decisão foi anunciada pela Disney+ após o crescimento de audiência da série e sua forte recepção entre os críticos.

Ainda não existe uma data para o retorno, mas os novos episódios já estão garantidos. Agora, resta aos fãs descobrir como a primeira temporada terminará e quais serão as consequências da caçada entre Alice Black e Catherine para o futuro da série.

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Nosso Segredo vale o hype? Crítica do filme

Divulgação/Vitrine Filmes

Alguns filmes não precisam dizer muitas palavras para transmitir aquilo que querem. Em vez de entregar todas as respostas ao público, deixam espaço para que cada espectador tire suas próprias conclusões. E, certamente, “Nosso Segredo” é um desses filmes, executando essa proposta com precisão.

Toda a sua construção é feita a partir desse princípio. O filme deixa nas entrelinhas grande parte daquilo que quer contar, fazendo com que o espectador interprete cada situação, seja a de uma garota que está terminando com o namorado ou a de um jovem que, de certa forma, está se rebelando contra a própria família.

Essa escolha faz com que a experiência seja mais contemplativa, permitindo que cada cena tenha diferentes interpretações e que os sentimentos de luto ou as questões raciais dos personagens sejam compreendidos não apenas por meio dos diálogos, mas também por suas ações e pelo ambiente ao redor, que deixa de ser apenas um ambiente e passa a funcionar quase como um personagem vivo dentro daquela narrativa.

Aliás, é nesse aspecto, a fotografia de Wilssa Esser e a direção de arte e ambientação de Diogo Hayashi trabalham muito bem juntas. Por se tratar de um ambiente fechado e escuro, a casa consegue transmitir o isolamento daquela família.

Embora todos estejam no mesmo espaço, cada personagem ocupa o seu próprio mundo e enfrenta o luto e os outros conflitos de uma maneira diferente. Essa distância emocional é reforçada justamente pela construção daquele ambiente.

À medida que a casa começa a se deteriorar, fica ainda mais evidente que ela não é apenas um cenário. O filme consegue transformá-la em uma espécie de organismo vivo, que acompanha o estado daquela família.

No início, mostra-se um local meramente comum, mas que vai ficando fechado e claustrofóbico à medida que os minutos passam. Novas rachaduras vão aparecendo e o ambiente vai ficando sujo, até o momento em que tudo se destrói e desaba, ficando cheio de lama. Isso mostra como o sentimento daquela família acabou explodindo, pois, quando a gente não se expressa, uma hora tudo explode.

A dinâmica da família e do ambiente basicamente se unem, tornando-os parte de um todo, mesmo que cada um tenha suas próprias questões.

Ju Colombo se destaca como a âncora emocional da família

Divulgação/Vitrine Filmes

Claro que, para isso, as atuações também são um dos grandes pontos positivos da produção.

Começando por Ju Colombo, ela consegue transmitir muito bem todo o trauma carregado por sua personagem. Ao mesmo tempo em que precisa ser a âncora emocional da família, é perceptível que ela também sofre, mas guarda grande parte dessa dor para si.

Essa construção ajuda a tornar a personagem ainda mais humana, mostrando que, mesmo sendo uma das figuras responsáveis por sustentar aquela família emocionalmente, ela também está tentando lidar com suas próprias feridas.

Efraim Santos e Flip representam diferentes formas de lidar com a realidade

Efraim Santos, intérprete do filho caçula, mesmo sendo mais contido em alguns momentos, consegue entregar uma performance excepcional. Sua atuação transmite muito bem a inocência infantil e faz com que sua presença seja importante para o desenvolvimento emocional da narrativa.

Já Flip, que faz o irmão mais velho, constrói uma mistura de tensão, frustração e raiva que permanece contida durante boa parte do filme, até chegar ao momento em que esses sentimentos finalmente explodem. É um personagem que não quer encarar completamente a realidade e tenta fugir dos conflitos, mas que, ao mesmo tempo, demonstra o quanto ama sua família.

O restante do elenco ajuda a construir as diferentes relações da família

Jéssica Gaspar, como a irmã, funciona como uma importante ponte entre os personagens. Sua presença transmite parte da calma necessária em meio aos conflitos, trazendo diferentes nuances para cada momento em que aparece.

Robert Frank consegue construir um personagem frágil que, apesar de carregar a responsabilidade de ser o homem da casa, não consegue lidar completamente com tudo aquilo que acontece ao seu redor. Sua forma de fugir daquele ambiente, buscando refúgio no trabalho, reforça justamente essa dificuldade em enfrentar os próprios sentimentos.

Marisa Revert, como a avó, consegue transmitir uma presença cênica marcante, mesmo com poucas falas. Glaucia Vandeveld, interpretando a vizinha, traz uma atuação mais naturalista, ajudando a aproximar aquela história da realidade.

Por fim, Juan Queiroz interpreta um personagem que está presente, mas que, ao mesmo tempo, não consegue realmente habitar aquele ambiente e compreender tudo o que aquela família enfrenta. Ele tenta, de diferentes formas, fazer com que eles — ou pelo menos sua namorada — voltem a encarar a realidade.

Todos eles transformam essa trama aos poucos, cada um do seu jeito, levando aquilo que estava fadado a ficar contido a uma explosão de sentimentos. É um momento em que todos precisam aceitar o que aconteceu e se unir ainda mais. Afinal, aquela estrutura familiar se mostrava deteriorada no início, mas, com a ajuda do elenco, vai construindo suas questões e revelando tudo o que há para revelar.

Vale a pena assistir “Nosso Segredo”?

Claro que “Nosso Segredo” é um filme de ritmo lento, ainda assim, consegue fazer com que nos apeguemos aos personagens e sintamos parte daquilo que eles estão enfrentando.

Mesmo sem o compromisso de explicar literalmente o significado de cada cena, o filme consegue transmitir seus sentimentos por meio de suas imagens, atuações e ambientação. É uma produção indicada para quem procura uma experiência mais contemplativa e gosta de filmes que deixam espaço para refletir e tirar suas próprias conclusões sobre a vida.

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Disney+ Benefícios ganha novas vantagens no Mercado Livre, Renner e McDonald’s; confira

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O Disney+ ampliou nesta quarta-feira (26) o seu programa de fidelidade Disney+ Benefícios no Brasil. A iniciativa, que oferece vantagens e descontos para assinantes da plataforma, agora conta com novas parcerias de peso envolvendo Mercado Livre, Renner e McDonald’s.

Com as novidades, a assinatura do Disney+ passa a oferecer benefícios que vão além do catálogo de filmes, séries e outros conteúdos disponíveis na plataforma. Os assinantes podem encontrar descontos em produtos, roupas e pedidos de comida, além de outras vantagens já oferecidas pelo programa.

O que é o Disney+ Benefícios?

Disney+ benefícios

O Disney+ Benefícios é um programa de fidelidade criado para oferecer vantagens exclusivas aos assinantes do streaming. A iniciativa foi lançada de forma ampliada no Brasil em 2026 e reúne descontos, promoções, experiências e ofertas de empresas parceiras.

Para participar, é necessário ter uma assinatura ativa do Disney+ e realizar o cadastro no programa utilizando o mesmo endereço de e-mail associado à conta do streaming.

Quais são as novas vantagens do Disney+?

A principal novidade anunciada agora é a chegada de Mercado Livre, Renner e McDonald’s ao programa. Cada parceiro oferece uma vantagem diferente para os assinantes.

20% de desconto no Mercado Livre

Os assinantes do Disney+ podem aproveitar 20% de desconto em produtos selecionados de “Toy Story 5” no Mercado Livre.

A promoção está disponível em uma página exclusiva da parceria e inclui produtos como brinquedos, roupas, canecas e outros itens relacionados ao filme. A campanha ficará disponível até 2 de novembro de 2026, de acordo com as condições divulgadas pelo Disney+.

10% de desconto na Renner

Outra novidade é o benefício oferecido pela Renner. Os assinantes podem resgatar mensalmente um cupom de 10% de desconto em compras acima de R$ 179 realizadas no site ou aplicativo da loja.

A oferta é válida para milhares de produtos selecionados, mas possui algumas restrições. O desconto não se aplica a itens de beleza e perfumaria, produtos do marketplace, marcas parceiras ou produtos que já estejam em promoção. O benefício também não pode ser acumulado com outras ofertas.

30% de desconto no McDonald’s

Para quem gosta de pedir comida pelo celular, o Disney+ também oferece um novo benefício em parceria com o McDonald’s.

Os assinantes podem resgatar um cupom de 30% de desconto por mês para pedidos realizados pelo aplicativo do Méqui, tanto na modalidade McDelivery quanto em Peça e Retire.

O desconto possui valor máximo de R$ 30 e exige um pedido mínimo de R$ 15. A promoção está disponível até 31 de dezembro de 2026, seguindo as condições estabelecidas no regulamento.

Quais outros benefícios o Disney+ oferece?

As novas parcerias se juntam a outras empresas que já fazem parte do Disney+ Benefícios no Brasil. Entre elas estão Cinemark, Spotify, 99 e 99Food.

Na Cinemark, por exemplo, os assinantes podem obter 50% de desconto nos ingressos e 20% de desconto em um combo específico de pipoca e bebidas, conforme as condições da oferta.

Já no Spotify Premium, novos assinantes podem receber três meses gratuitos, enquanto ex-assinantes elegíveis podem resgatar dois meses sem custo. O programa também oferece descontos para viagens pela 99 e pedidos na 99Food, de acordo com as regras de cada promoção.

Os benefícios são gratuitos para assinantes?

Sim. O Disney+ Benefícios faz parte das vantagens disponibilizadas aos assinantes do serviço, mas cada promoção possui suas próprias regras, limites, períodos de validade e condições de utilização.

Por isso, o assinante precisa acessar a área de benefícios, resgatar o cupom ou voucher correspondente e conferir as condições antes de realizar a compra.

Como resgatar os benefícios do Disney+?

O processo é feito pela própria área do Disney+ Benefícios. O assinante deve acessar sua conta do Disney+, localizar o programa de vantagens e escolher a oferta que deseja utilizar.

Em algumas promoções, é necessário copiar um código e inseri-lo no aplicativo ou site do parceiro. No caso do McDonald’s, por exemplo, o cupom precisa ser resgatado pelo programa antes de ser utilizado no aplicativo do Méqui.

Disney+ Benefícios vai ganhar ainda mais novidades?

A expansão do programa mostra que a Disney pretende transformar os benefícios em uma parte importante da experiência de seus assinantes no Brasil. Segundo Juliana Oliveira, vice-presidente de Direct to Consumer do Disney+ no país, a iniciativa tem como objetivo aumentar o engajamento e a retenção dos usuários em um mercado cada vez mais competitivo.

A executiva também revelou que a Disney trabalha para levar ao Brasil futuramente o Verts, uma área de vídeos verticais que já foi lançada nos Estados Unidos. A empresa, porém, ainda não divulgou uma data para a chegada do recurso à América Latina.

Vale a pena o Disney+ Benefícios?

Com a chegada de Mercado Livre, Renner e McDonald’s, o programa se tornou mais diversificado e passou a oferecer vantagens em categorias bastante diferentes, como alimentação, moda e produtos licenciados.

Para quem já assina o Disney+, os descontos podem representar um benefício adicional interessante, principalmente para quem pretende aproveitar as ofertas todos os meses. No entanto, é importante verificar as regras de cada promoção, já que os descontos possuem valores mínimos, limites e produtos participantes.

Quais são os principais benefícios do Disney+ atualmente?

Entre as principais vantagens disponíveis estão 20% de desconto em produtos selecionados de “Toy Story 5” no Mercado Livre, 10% de desconto na Renner, 30% de desconto no McDonald’s, 50% de desconto em ingressos da Cinemark, meses gratuitos de Spotify Premium e descontos na 99 e 99Food.

As ofertas podem mudar ao longo do tempo e algumas possuem prazo de validade específico. Portanto, o ideal é consultar a área oficial do Disney+ Benefícios antes de utilizar cada promoção.

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Ponto Sem Retorno vale o hype? Crítica do filme

Divulgação/20th Century Studios

Contando com uma progressão mais lenta, “Ponto Sem Retorno” está longe de ser apenas um filme pós-apocalíptico de ação, apostando em uma trama mais densa e humana, utilizando aquele mundo perigoso como pano de fundo para explorar os conflitos de seu protagonista.

Assim, cada segundo do filme acaba sendo importante para o desenvolvimento da trama, que aos poucos tenta resolver as questões de um personagem que lida com o luto do passado e a solidão do presente.

Para isso, a produção aposta diversas vezes em momentos contemplativos, nos quais a câmera se distancia para mostrar a imensidão daquele cenário. Em determinado momento, enquanto o protagonista está dentro de um avião, somos apresentados àquele mundo praticamente sem vida humana. Ao mesmo tempo, porém, ainda existe muito verde, mostrando como a natureza começa a ocupar novamente um mundo que quase não possui mais pessoas.

As cenas de ação são rápidas e não são o foco da narrativa

Divulgação/20th Century Studios

O filme possui, sim, momentos de ação, mas eles são relativamente rápidos, durando cerca de cinco minutos. Isso deixa claro que essas sequências não são o foco principal da narrativa, já que a produção está muito mais interessada em trabalhar os conflitos do protagonista.

Essa escolha pode funcionar para quem procura uma abordagem diferente do gênero, mas também pode gerar certa frustração para quem espera um pós-apocalíptico mais movimentado.

O excesso de momentos silenciosos pode tornar o filme monótono

Porém, apesar de algumas escolhas funcionarem muito bem, o filme também possui seus pontos baixos. Como existem muitos momentos silenciosos e contemplativos, algumas partes podem acabar ficando um pouco monótonas.

Isso acontece principalmente durante determinadas cenas do avião, que se prolongam por mais de dois minutos acompanhadas pela trilha sonora. Embora a intenção seja claramente criar uma atmosfera contemplativa, em alguns momentos a duração poderia ser menor para manter o ritmo mais equilibrado.

Algumas situações poderiam ter sido mais desenvolvidas

E, falando justamente sobre a pouca ação, isso não chega a ser um problema por si só. Porém, algumas sequências poderiam ter recebido mais desenvolvimento.

Quando o protagonista finalmente encontra aquilo que estava procurando, mas descobre que se trata de pessoas mal-intencionadas, por exemplo, o conflito acaba sendo resolvido muito rapidamente. Em menos de cinco minutos, os acontecimentos se desenrolam e o local é explodido.

Não é algo que prejudique diretamente a trama, mas poderia ter sido melhor desenvolvido para que aquela situação tivesse um peso maior dentro da narrativa.

Jacob Elordi conduz uma história marcada pelo luto

Nas atuações, todo o elenco apresenta uma boa performance. Jacob Elordi consegue transmitir o luto de seu personagem e o peso carregado pelo passado, enquanto Josh Brolin, mesmo tendo uma participação mais limitada, foi uma boa escolha para representar um personagem de personalidade mais durona.

Margaret Qualley e Guy Pearce também ajudam a movimentar a narrativa da metade para o final, contribuindo tanto para o peso emocional quanto para os momentos mais dinâmicos.

Não são atuações grandiosas a ponto de fazer o público se emocionar profundamente ou criar um apego intenso por cada personagem, mas, considerando a proposta do filme, funcionam bem.

Fotografia e ambientação criam um contraste entre destruição e natureza

Tecnicamente, “Ponto Sem Retorno” é competente, principalmente quando falamos de fotografia e ambientação. Os ambientes são muito bem construídos e apresentam um ótimo contraste entre diferentes elementos daquele mundo.

Enquanto de um lado temos cidades destruídas e praticamente abandonadas, a fotografia apresenta cenários tomados pelo verde e pela natureza. Isso fica ainda mais evidente nos momentos em que acompanhamos o avião, com planos amplos que destacam a imensidão daquele mundo.

Vale a pena assistir “Ponto Sem Retorno”?

“Ponto Sem Retorno”, apesar de se estender em alguns momentos e apresentar uma progressão mais lenta, traz uma boa história e uma direção técnica competente. Não é um filme que coloca a ação como prioridade, mas justamente uma produção que utiliza o cenário pós-apocalíptico para trabalhar o luto, a solidão e a sobrevivência. No fim, é uma boa opção para quem procura uma abordagem mais contemplativa do gênero.

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O Sorveteiro vale o hype? Crítica do filme

Divulgação/Diamond Films

Dirigido por Eli Roth, “O Sorveteiro” traz sim uma proposta ousada ao colocar crianças em papéis bastante violentos, entregando uma violência gráfica típica de um bom slasher, mas acaba tropeçando ao longo do seu desenvolvimento narrativo.

O roteiro de “O Sorveteiro” é ágil, mas exagera nos diálogos expositivos

O roteiro em si é bastante ágil e apresenta uma introdução que nos leva quase imediatamente para o clima de terror. Em poucos minutos, conhecemos o vilão, os protagonistas e a premissa, até chegarmos efetivamente à parte slasher.

O problema é que, durante essa trajetória, o roteiro insere alguns diálogos e piadas que nem sempre funcionam. Em sua maioria, são falas bastante expositivas, que acabam deixando algumas situações menos naturais do que poderiam ser.

Porém, por se tratar de um slasher, um gênero no qual a brutalidade costuma ser um dos principais atrativos, é uma baixa que acaba sendo compreensível.

A abordagem mais sanguinária é bastante criativa. Ver crianças aparentemente “inocentes”, com manchas de sorvete na boca, orquestrando e realizando execuções frias e metódicas contra adultos cria aquele fator de horror desconcertante que o filme busca. Cada morte consegue ser mais criativa que a anterior.

​Por conta disso, a questão da história acaba nem tendo tanta relevância. Sim, um filme precisa ter história e admito que aqui a narrativa é fraca, mas o slasher consegue suprir com sobra o que a proposta do filme exige.

Os efeitos práticos tornam as mortes ainda mais grotescas

O Sorveteiro
Divulgação/Diamond Films

Os efeitos práticos também ajudam bastante nesse aspecto. Eles fazem com que as mortes sejam nojentas de uma maneira positiva, trazendo uma sensação mais tátil para a violência e enchendo a tela de sangue.

Claro que, em alguns momentos, é possível perceber certa artificialidade em uma morte ou outra, mas isso ainda se encaixa na proposta do filme e contribui para aquele aspecto exagerado que a produção pretende apresentar.

A fotografia cria um contraste interessante com o sangue

A fotografia também merece destaque justamente por não apostar em uma estética excessivamente escura. O filme utiliza ambientes iluminados, coloridos e aparentemente limpos, criando um contraste interessante com o vermelho intenso do sangue.

Essa escolha visual faz com que a violência se destaque ainda mais, tornando as mortes visualmente impactantes justamente por acontecerem em cenários que, à primeira vista, parecem muito mais leves e inocentes.

O elenco mirim evolui ao longo da história

Nas atuações, o elenco mirim não decepciona, embora seja perceptível uma evolução conforme o filme avança. Inicialmente, os atores parecem mais rígidos, mas vão se soltando ao decorrer da história.

Essa evolução chega ao seu auge durante a grande confusão generalizada, quando o dinamismo e a parceria entre os três funcionam muito bem e ajudam a tornar aquela sequência mais envolvente.

Sarah Abbott se destaca entre o elenco

Porém, uma atriz que realmente se destaca do início ao fim é Sarah Abbott, intérprete de Lizzie. Ela consegue carregar muito bem o peso físico do desespero e transmitir um pânico genuíno durante as sequências em que a cidade se transforma em um verdadeiro pandemônio.

Ainda assim, sua atuação também esbarra nas limitações do roteiro, principalmente por conta de diálogos fracos e algumas reações exageradas. Porém, isso acaba sendo uma limitação que afeta praticamente todo o elenco, justamente por estar relacionada ao roteiro.

Vale a pena assistir “O Sorveteiro”?

Na minha opinião, “O Sorveteiro” vale a pena ser assistido, principalmente se você é fã de filmes slasher. Mesmo apresentando limitações no roteiro e alguns diálogos que não funcionam tão bem, a produção consegue compensar com mortes criativas, violência gráfica, bons efeitos práticos e uma proposta visual interessante.

“O Sorveteiro” estreia em 3 de setembro nos cinemas!

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Minha Filha é Um Zumbi vale o hype? Crítica do filme

Divulgação/O2 Filmes

“Minha Filha É Um Zumbi”, dirigido por Hyun Kim, que conta a história de um pai e sua filha que, inicialmente, formam uma família comum, mas têm suas vidas transformadas quando ela acaba se tornando uma zumbi em meio a uma epidemia dessas criaturas, pode até parecer meio despretensioso e dar a impressão de ser apenas um filme para passar o tempo, mas, embora tenha a comédia como seu principal elemento, a produção se mostra cada vez mais densa conforme a história avança.

“Minha Filha É Um Zumbi” equilibra comédia e drama

O roteiro, que vai construindo a história pouco a pouco, consegue criar um equilíbrio perfeito entre comédia e drama. Seja uma piada, ou um momento mais comovente entre pai e filha, cada cena acaba tendo seu devido espaço e seu tempo certo para que não fique monótono demais ou engraçado demais e, assim, fazendo com que a gente se apegue aos personagens ou a um simples gato.

E falando em personagens, cada um possui suas próprias peculiaridades, tornando-os únicos, tanto entre os protagonistas quanto entre os secundários. Essa variedade ajuda a manter a dinâmica da história e faz com que cada personagem tenha sua importância dentro da narrativa.

Jo Jung-suk e Choi Yoo-ri são os grandes destaques do elenco

Minha filha é um Zumbi
Divulgação/O2 Filmes

Mas, claro que isso não seria possível sem o elenco escolhido para a produção. Jo Jung-suk consegue tirar o máximo de um pai desesperado e atrapalhado ao mesmo tempo, trazendo bastante carisma para o protagonista e fazendo com que suas situações sejam ainda mais engraçadas.

Choi Yoo-ri, por sua vez, consegue transformar a própria zumbi em uma personagem extremamente divertida, fugindo completamente do estereótipo de zumbi convencional ao qual estamos acostumados. Mesmo que atue apenas com grunidos, expressões faciais, o olhar e apenas poucas palavras, consegue transmitir tudo aquilo que o filme quer mostrar.

Lee Jung-eun consegue trazer uma avó extremamente carismática, enquanto Yoon Kyung-ho, mais uma vez, funciona muito bem como aquele personagem secundário alívio cômico, assim como já estamos acostumados em outras produções. Já Cho Yeo-jeong, interpretando uma professora, apresenta uma ótima progressão de personagem ao longo da história.

Todos conseguem trazer o charme que essa narrativa precisava, principalmente em sua cena final, quando temos um dos momentos mais sentimentais entre pai e filha, fazendo ser uma ótima conclusão para a história.

A dublagem também é muito agradável. Cada dublador deu o máximo de si, conseguindo transparecer cada emoção que os personagens quiseram mostrar.

Maquiagem e fotografia criam uma identidade visual própria

Na parte técnica, a maquiagem é muito bem executada. As veias aparentes e a diferença na coloração dos olhos ajudam a criar uma caracterização eficiente, mesmo sendo uma abordagem relativamente simples e sem precisar apostar excessivamente no grotesco que já conhecemos em outras produções sobre zumbis.

A fotografia também foge do padrão. Em vez de apostar constantemente em ambientes escuros e tons frios, o filme utiliza cores quentes, alta saturação e ambientes bem iluminados, criando uma atmosfera mais acolhedora e combinando com o tom de comédia da produção.

A trilha sonora acompanha as mudanças de atmosfera

A trilha sonora também merece destaque por pontuar as transições de atmosfera com eficiência. Ela consegue transitar entre temas mais leves e descontraídos até momentos mais melodramáticos, acompanhando bem as diferentes emoções apresentadas pelo filme, sem quebrar aquele clima.

Vale a pena assistir “Minha Filha É Um Zumbi”?

“Minha Filha É Um Zumbi” é certamente um filme gostoso de assistir, seja para dar algumas risadas ou até mesmo para se emocionar. A produção consegue equilibrar comédia e drama sem perder sua identidade, enquanto o elenco entrega o carisma necessário para fazer essa história funcionar.

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