⚠️ ATENÇÃO: este texto contém spoilers do episódio 7 de VisionQuest.
O episódio 7 de VisionQuest, intitulado “Imolação”, finalmente mergulha na história de Phineas T. Horton e revela por que o personagem tem uma conexão tão importante com o universo dos Visões.
A descoberta, no entanto, não serve apenas como mais uma referência aos quadrinhos. Pelo contrário, a série usa Horton para aprofundar uma das principais questões da temporada: afinal, o que realmente torna o Visão humano?
Visão Branco enfrenta seu passado em uma corrida contra o tempo
Enquanto Ultron e Jocasta avançam com seu perigoso plano envolvendo nanobôs, o Visão Branco precisa encontrar uma forma de salvar Lisa Molinari, já afetada pelo vírus.
Para isso, ele conta com a ajuda de Paladino e Thomas Shepard. No entanto, a missão exige uma fonte extra de energia: a glaive de Corvus Glaive, a mesma arma que marcou um dos momentos mais importantes da história do Visão em Vingadores: Guerra Infinita.
O objetivo, portanto, é encontrar o código-fonte necessário para eliminar completamente o vírus. Porém, a busca leva o Visão a um lugar ainda mais complicado: sua própria mente.
O encontro com o Visão original muda tudo

Dentro de seu Espaço Mental, o Visão Branco fica frente a frente com o Visão original. Nesse momento, a jornada ganha um significado ainda mais importante para o personagem.
A conversa entre os dois, por sua vez, coloca a identidade do personagem novamente em debate. O Visão Branco tenta se convencer de que seu antecessor é apenas uma memória, enquanto o antigo Visão representa uma parte da história que ele ainda não consegue abandonar.
Além disso, é justamente nesse ponto que VisionQuest se torna mais interessante. Em vez de simplesmente transformar o conflito em uma batalha entre duas versões do mesmo personagem, a série questiona se é possível apagar completamente aquilo que ajudou a construir quem alguém é.
Assim, o encontro reforça que o passado do Visão continua sendo parte fundamental de sua identidade. Dessa forma, o Visão Branco precisa confrontar não apenas seus inimigos, mas também aquilo que ainda carrega de seu antecessor.
Afinal, quem é Phineas T. Horton?

A busca pelo código-fonte cria, então, uma ligação direta com Phineas T. Horton, o cientista responsável pela criação de Jim Hammond, o Tocha Humana original dos quadrinhos.
No MCU, Hammond já havia sido referenciado durante a exposição da Stark Expo de 1943, mostrada em Capitão América: O Primeiro Vingador. Dessa maneira, VisionQuest amplia uma conexão que estava presente no universo cinematográfico há anos.
Além disso, a relação ajuda a explicar por que Horton e o Visão possuem uma ligação tão curiosa. Nos quadrinhos, a história dos primeiros androides da Marvel estabelece uma espécie de legado tecnológico que, posteriormente, influenciaria personagens como o próprio Visão.
Assim, VisionQuest usa Phineas T. Horton para conectar diferentes gerações da história da Marvel. Mais do que uma simples referência para os fãs, a revelação sugere que o passado do Visão pode ser muito maior — e mais antigo — do que imaginávamos.
O que a revelação significa para o futuro do Visão?
Com apenas um episódio restante, a grande questão agora é saber até onde essa descoberta pode influenciar o futuro do Visão e sua conexão com o MCU
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