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One Piece 2ª Temporada Live Action: Netflix revela imagem dos Gigantes Dorry e Brogy

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A jornada de Luffy e os Chapéus de Palha está prestes a se tornar… gigantesca! A Netflix confirmou que a segunda temporada da aclamada série live-action de One Piece está a todo vapor, prometendo levar os fãs para as águas perigosas da Grand Line no próximo ano. Para atiçar a ansiedade, a plataforma revelou a primeira imagem completa de dois dos personagens mais colossais e icônicos da saga: os gigantes Dorry e Brogy.

Com o título oficial de “One Piece: Into the Grand Line”, a nova temporada cumpre a promessa de expandir o universo da adaptação, deixando para trás o East Blue e mergulhando nos arcos seguintes do mangá original de Eiichiro Oda.

A mais recente e literalmente “maior” prévia foi divulgada nas redes sociais da Netflix, apresentando o primeiro vislumbre de Little Garden e as imponentes versões live-action dos guerreiros Dorry e Brogy.

  • O ator Werner Coetser dará vida a Dorry, o Gigante de cabelo amarelo.
  • Brendan Murray interpretará Brogy, o Gigante de cabelo preto.

A revelação é um indicativo poderoso do empenho da produção em adaptar os elementos mais fantásticos da obra de Oda. Little Garden é um dos arcos que o próprio criador sugeriu para a nova temporada, ao lado de Loguetown, Whiskey Peak, Reverse Mountain e Drum Island todos já brevemente sugeridos em teasers anteriores.

Embora a dupla de Gigantes de Elbaf provavelmente tenha uma participação breve no arco Little Garden, sua inclusão é uma peça incrivelmente importante no grande quebra-cabeça narrativo de One Piece. Os fãs do anime sabem que os Gigantes voltam a ter relevância décadas após sua primeira aparição.

A série live-action, ao não hesitar em apresentar esses personagens colossais, mostra que está lançando as bases para futuras e maiores histórias. Em breve, os assinantes da Netflix verão o motivo de Dorry e Brogy serem tão cruciais quando eles fizerem sua estreia completa em “One Piece: Into the Grand Line”.

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Microsoft confirma aumento para desenvolvedores no Xbox

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Microsoft confirma aumento para desenvolvedores no Xbox

 

A Microsoft confirmou um novo aumento para desenvolvedores que afeta o preço dos kits de desenvolvimento do Xbox. Após o reajuste dos consoles vendidos aos consumidores, a empresa agora aplica o aumento também no hardware usado por criadores de jogos.

Microsoft preço dos kits sobe 33%

Segundo o site The Verge, o preço do Xbox Development Kit subiu de US$ 1.500 para US$ 2.000. O reajuste representa um aumento de 33%. Além disso, a Microsoft declarou que o aumento para desenvolvedores reflete “mudanças macroeconômicas” e reforçou o compromisso em oferecer suporte de qualidade ao setor.

Motivos e impactos do aumento da Microsoft

Esse aumento para desenvolvedores ocorre em meio a um cenário econômico global desafiador. As tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos importados da China, por exemplo, chegam a 30%. Portanto, a Microsoft tenta equilibrar custos e manter a competitividade no mercado. Ainda assim, o impacto pode atingir estúdios menores que dependem do XDK para criar novos jogos.

Detalhes técnicos e reação do mercado

Os kits de desenvolvimento contam com 40 GB de memória GDDR6, o que é mais que o dobro do modelo de consumo do Xbox Series X. Além disso, incluem portas USB extras, ferramentas de depuração e outras funções exclusivas. O aumento para desenvolvedores já está sendo aplicado nos Estados Unidos, Europa e em outros mercados internacionais.

Recentemente, a Microsoft também aumentou o preço do Xbox Game Pass Ultimate, que passou a custar US$ 30 por mês. Embora esses ajustes sejam impopulares, a empresa afirma que são necessários para sustentar as operações e continuar inovando.

Por fim, a Microsoft divulgará seus próximos resultados financeiros em 29 de outubro. Na ocasião, a companhia deve explicar melhor os efeitos do aumento para desenvolvedores sobre o desempenho do setor Xbox.

Para mais informações sobre games, filmes, doramas continue acompanhando o site Hypando.

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Ninja Gaiden 4 é um espetáculo sangrento de combate brutal.

 

No ringue do hack’n’slash de elite, “Ninja Gaiden 4” não vacila. Quando o assunto é o coração pulsante da franquia o combate brutal e técnico, o jogo brilha com intensidade total.

Critica Hypando

Treze anos após a incursão da Nintendo no universo “Ninja Gaiden” com o Wii U, o lendário e brutal hack’n’slash ressurge. Desta vez, a Microsoft assume a distribuição, mas com uma reviravolta no pergaminho de desenvolvimento: o novo “Ninja Gaiden 4” não é obra direta da Team Ninja (que permanece como produtora), mas sim da aclamada PlatinumGames. A fórmula, que troca o ícone Ryu Hayabusa por um novato e muda as mãos criativas, promete uma receita empolgante.

A narrativa se desenrola em torno de Yakumo, um membro do Clã Corvo, um grupo de assassinos que opera nas sombras. Sua missão de vida se choca com o destino quando uma antiga profecia o leva à sacerdotisa Seori, que possui uma ligação com o temido Dragão Negro. Em vez de cumprir a ordem de execução, Yakumo a salva e decide embarcar em uma jornada para destruir o dragão de uma vez por todas.

No entanto, o enredo é o primeiro obstáculo no caminho do ninja. Yakumo é um protagonista que falha em cativar, sendo descrito como superficial. O mesmo se aplica aos seus aliados Corvos e a Seori, que raramente aparecem fora das comunicações de rádio, o que impede que se tornem personagens estabelecidos. Embora introduzir um novo rosto no quarto volume não seja um erro por si só, a falta de substância de Yakumo e seus companheiros é gritante. A aparição de Ryu Hayabusa, a estrela dos volumes anteriores, mais tarde no jogo, apenas expõe essa deficiência, mostrando que mesmo um personagem menos falante pode ter mais “presença” e “substância” em cena.

A ausência de um antagonista convincente também prejudica a trama. O Dragão Negro é uma ameaça constante, mas é mais uma força da natureza do que um vilão propriamente dito. Para completar, o design dos personagens é questionável: Yakumo parece genérico, e as personagens femininas vestem trajes pouco práticos que parecem focar mais na exposição do que na funcionalidade para o combate.

O Combate

Se a história falha, a jogabilidade o verdadeiro coração da série “Ninja Gaiden” arrasa e compensa a deficiência narrativa. Como Yakumo, o jogador mergulha em um sistema de combate rápido, fluido e visceral, utilizando o Ninjutsu de Ligação de Sangue. Esse recurso permite transformar as quatro armas de Yakumo em instrumentos de destruição ainda mais letais com golpes limitados. O resultado é um massacre em alta velocidade de hordas de soldados, daimons e demônios, executado com uma vasta gama de ataques e combos que não só são incrivelmente satisfatórios, como também têm uma estética espetacular. Dominar o timing de ataques que concedem invulnerabilidade momentânea (como execuções e a técnica suprema) é a chave para alcançar um fluxo de batalha maravilhosamente viciante.

A troca rápida de armas, o uso estratégico de ataques de “prisão de sangue” e a ativação do modo Berserker tudo isso banhado em tanto sangue que a tela fica encharcada solidificam o jogo como um digno sucessor em termos de gameplay.

O jogo ganha um fôlego extra após cinco ou seis horas, com um salto temporal que coloca o jogador, finalmente, no papel de Ryu Hayabusa. Controlar o lendário ninja, com seu estilo de luta distinto e os feitiços mágicos familiares, é simplesmente fantástico. No entanto, a alegria é ofuscada: os capítulos de Ryu consistem em revisitar a jornada de Yakumo, enfrentando os mesmos chefes e explorando as mesmas áreas, o que deixa um gosto de oportunidade desperdiçada e backtracking desnecessário.

Desafios

“Ninja Gaiden 4” não é um jogo para os fracos de coração. Mesmo na dificuldade normal, o nível de desafio é brutal, exigindo reflexos rápidos e uma visão panorâmica constante do campo de batalha. A inclusão de um modo de treinamento acessível a qualquer momento onde se pode praticar combos e ajustar o comportamento dos inimigos é uma adição bem-vinda e necessária para sobreviver aos confrontos mais intensos.

Infelizmente, a câmera é uma inimiga perigosa, dificultando o acompanhamento da ação, especialmente contra oponentes aéreos e flutuantes. Some-se a isso o ataque à distância de certos inimigos mais adiante no jogo (felizmente, sem as famosas facas explosivas), e o resultado são batalhas que, por vezes, se tornam uma sequência de eventos frustrantes onde a dificuldade em acertar os alvos mais distantes atrapalha o ritmo.

Com uma campanha que se estende por cerca de oito horas no modo normal, “Ninja Gaiden 4” não é um jogo de longa duração, mas a sua brevidade não o isenta de problemas de ritmo. Ironicamente, os momentos que deveriam oferecer uma pausa do combate intenso são os que mais pesam.

As seções focadas puramente na locomoção se revelam desconfortavelmente longas e desinteressantes. Enquanto a combinação de corrida na parede, gliding em correntes de vento e deslizamento sobre a água em uma prancha culmina em sequências de tirar o fôlego perto do final, o início é marcado pela monotonia. Um exemplo notável é o deslize sobre trilhos, uma mecânica que remete a jogos casuais de celular como “Subway Surfers”, onde a única ação é pular, agachar ou mudar de trilho para evitar trens. Essa quebra de ritmo parece totalmente deslocada e nada interessante para um título hack’n’slash brutal.

Além disso, a câmera continua a ser uma vilã. Para usar o gancho de ancoragem ou capturar a próxima corrente de ar, o jogador é forçado a alinhar a câmera com uma precisão desajeitada, transformando a mobilidade em uma tarefa frustrante e lenta.

Linearidade

Apesar das falhas de ritmo, o design de nível é geralmente linear e confortável, guiando o jogador pela narrativa. Contudo, “Ninja Gaiden 4” recompensa a exploração. Ao se desviar do caminho principal, os jogadores encontram não apenas itens de cura e outros recursos, mas também a chance de quebrar a sensação de rigidez do mapa através de missões secundárias e as desafiadoras Arenas do Purgatório.

As missões secundárias, adquiridas em terminais de compra, são tipicamente simples: encontre um item ou derrote inimigos mais difíceis. Embora contribuam pouco para a história, elas incentivam a exploração e injetam alguma variedade no gameplay.

O Purgatório, por sua vez, oferece batalhas de dificuldade aumentada (frequentemente com uma barra de saúde reduzida) para aqueles que buscam recompensas adicionais. Curiosamente, a exploração diligente acaba por facilitar demais o jogo: o jogador acumula Moedas Ninja o suficiente para manter o inventário sempre cheio de itens de cura. Isso torna o jogo consideravelmente mais relaxante para o player casual, mas aqueles focados em altas pontuações e leaderboards acabarão ignorando esses itens para alcançar a perfeição no combate.

Felizmente, a experiência de “Ninja Gaiden 4” não se encerra com os créditos. A verdadeira força do jogo reside na sua longevidade pós-créditos. Para os puristas e hardcore gamers, completar o jogo é apenas o primeiro passo para desbloquear o nível de dificuldade mais alto. Após isso, há o incentivo de revisitar todos os capítulos jogando com Ryu Hayabusa, oferecendo uma perspectiva de gameplay diferente (apesar da repetição dos cenários, como mencionado na análise anterior).

O ponto alto, no entanto, são os Desafios que são desbloqueados. Neste modo, o jogador é submetido a setups predefinidos de inventário e habilidades para derrotar inimigos e chefes sob condições específicas. É neste modo que “Ninja Gaiden 4” realmente mostra seus músculos: o foco total no combate de alta velocidade e precisão ignora as fraquezas da história e da locomoção, transformando a experiência em uma pura celebração da jogabilidade brutal e técnica que a série sempre representou.

Conclusão

No que realmente importa para a série, “Ninja Gaiden 4” não decepciona: ele é um espetáculo sangrento de combate brutal. Abrir caminho por hordas quase infinitas de soldados e demônios, seja com o novato Yakumo ou com o lendário Ryu Hayabusa, é uma experiência absolutamente fantástica. O fluxo de batalha é intenso, o jorrar de sangue e pedaços de corpos é constante, e o sistema de luta da PlatinumGames atinge um nível de fluidez e satisfação que poucos títulos hack’n’slash conseguem igualar. Mesmo obstáculos irritantes como a câmera instável, a chuva constante de ataques à distância e os inimigos voadores que dificultam a visão não são suficientes para estragar o prazer visceral do gameplay.

Essa excelência atinge seu ápice na arena de batalha opcional e nos desafios desbloqueáveis. Nesses modos, o jogo se concentra puramente na técnica e na execução, transformando a jogabilidade em uma arte brutal e viciante.

No entanto, o brilho do combate é ofuscado pelos elementos circundantes. A história é entediante, falhando em construir um arco narrativo envolvente. O novo protagonista, Yakumo, é um personagem principal sem carisma, uma sombra pálida em comparação ao legado de Ryu Hayabusa. Além disso, as seções de plataforma e locomoção parecem completamente deslocadas. Aquelas sequências em que o jogador avança pelos níveis como em um jogo mobile de corredor automático são inoportunas e tiram o ritmo do gameplay central.

Veredito: Se você é um fã de “Ninja Gaiden” que prioriza a ação frenética, técnica e o desafio brutal acima de tudo, a compra é altamente recomendada. No quesito combate, “Ninja Gaiden 4” arrasa quase tanto quanto sempre, garantindo horas de satisfação no massacre ninja.

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Japão Declara Guerra à IA por Anime e Mangá: Governo Pede à OpenAI Proteção de ‘Tesouros Insubstituíveis'”

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Em um movimento que ecoa a defesa de um patrimônio nacional, o governo japonês levantou um alerta formal contra o avanço da Inteligência Artificial (IA), que, segundo as autoridades, ameaça a cultura e os direitos autorais de seus inestimáveis animes e mangás. A preocupação central reside na proliferação de ferramentas de IA que geram imagens e vídeos com personagens icônicos, configurando uma potencial violação maciça de direitos autorais.

A ofensiva japonesa foi liderada por Minoru Kiuchi, o ministro para a estratégia da IA e propriedades intelectuais. Kiuchi fez um pedido formal à OpenAI para que a sua ferramenta, Sora 2, seja configurada para impedir a criação de conteúdo que infrinja os direitos de obras japonesas.

O ministro classificou essas criações como “tesouros insubstituíveis” da cultura do país, sublinhando a gravidade da ameaça percebida.

A iniciativa ganhou o apoio de outros políticos. Akihisa Shiozaki, membro do parlamento, foi incisivo ao declarar que o Japão tem a “responsabilidade de liderar a criação de regras relacionadas com a IA e violação de direitos de autor”. Segundo ele, essa liderança é natural, já que o Japão é o país que “cativou o mundo com o poder criativo do anime, jogos e música”. O cerne da questão é que a OpenAI estaria, inadvertidamente ou não, facilitando a violação de material protegido.

 A Resposta da OpenAI: Contacto e Ambiguidade

Do outro lado da mesa, a OpenAI se defende, alegando que contactou os criadores para oferecer a opção de removerem o consentimento ao uso de seus trabalhos, tanto no treinamento da IA quanto na geração de novos resultados.

No entanto, a empresa não forneceu detalhes sobre o processo de contacto ou o número de respostas recebidas, deixando o público e as autoridades japonesas sem clareza sobre a eficácia real dessa medida protetiva.

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Monstro: Ed Gein – Final Explicado

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Monstro: A História de Ed Gein – Final Explicado

Monstro: A História de Ed Gein desafia o público a refletir sobre quem é o verdadeiro monstro. Ryan Murphy, cocriador da série da Netflix, afirma que “no caso de Ed, provavelmente é um pouco dos dois”. Assim, a narrativa combina fatos reais, fantasia e impacto cultural, mostrando a mente perturbada de um serial killer.

Infância e Relação com Augusta – Monstro: A História de Ed Gein

Ed Gein (Charlie Hunnam) enfrentou traumas desde cedo. Ele matou acidentalmente o irmão Henry (Hudson Oz) e depois sofreu o afastamento emocional de sua mãe, Augusta Gein (Laurie Metcalf). Hunnam comenta: “Ele vivia isolado, criando sua própria realidade”. Além disso, a voz do personagem se inspirou em uma fita de áudio real do próprio Ed, adicionando autenticidade à interpretação em Monstro: A História de Ed Gein.

Crimes e Roubo de Túmulos em Monstro: A História de Ed Gein

Após a morte da mãe, Ed começou a profanar túmulos, transformando partes humanas em móveis e objetos macabros. Por exemplo, a série mostra uma gaveta com vulvas secas — uma das cenas mais impactantes. Esses atos demonstram que sua perversidade ia muito além do assassinato, reforçando a narrativa de Monstro: A História de Ed Gein.

Adeline: Amor Real ou Fantasia?

Adeline Watkins (Suzanna Son), vizinha e interesse amoroso de Ed, surge frequentemente na narrativa. No entanto, sua existência real permanece incerta. Brennan acredita que ela é real, enquanto Hunnam sugere que Adeline pode ser fruto da imaginação de Ed. Dessa forma, Monstro: A História de Ed Gein explora a linha tênue entre realidade e fantasia.

Influência Cultural de Ed Gein – Monstro: A História de Ed Gein

Os crimes de Ed Gein inspiraram obras icônicas do cinema. Psicose de Alfred Hitchcock, por exemplo, se baseou no caso, criando Norman Bates. Além disso, sua história influenciou O Massacre da Serra Elétrica e O Silêncio dos Inocentes. Assim, Monstro: A História de Ed Gein evidencia seu impacto cultural duradouro e a transformação do gênero de terror.

Legado no Cinema de Terror

Murphy e Brennan destacam que a obsessão americana por assassinos em série começou com casos como o de Gein. A série mostra bastidores de Anthony Perkins como Norman Bates e Tobe Hooper como Leatherface, mostrando como Monstro: A História de Ed Gein inspirou o terror moderno.

Prisão e Diagnóstico – Monstro: A História de Ed Gein

O delegado local encontrou o corpo de Bernice (Lesley Manville) e acionou a polícia. Ed foi preso e internado em um hospital psiquiátrico, onde recebeu diagnóstico de esquizofrenia. Isso permitiu que ele compreendesse seus atos e sua complexa mente, tema central de Monstro: A História de Ed Gein.

Fantasias e Rádio Amador

No hospital, Ed usava um rádio amador para “conversar” com figuras como Ilse Koch e Christine Jorgensen. Essas sequências dramatizam sua mente e ajudam a esclarecer conceitos sobre comportamento ginefílico, distinguindo-o da identidade trans, reforçando o caráter educativo de Monstro: A História de Ed Gein.

Final da Série – Monstro: A História de Ed Gein

Monstro: A História de Ed Gein – Final Explicado

Mas no episódio final, Ed imagina ajudar agentes do FBI a capturar Ted Bundy e encontra Adeline pela última vez, pedindo que ela não siga seu caminho sombrio. Além disso, a série mostra adolescentes tentando roubar sua lápide, mas sendo assustados pelos ecos de Norman Bates, Buffalo Bill e Leatherface, evidenciando a influência cultural de Ed Gein.

Conclusão

Porque o Monstro: A História de Ed Gein dramatiza crimes, traumas e legado cultural. A série questiona quem é o verdadeiro monstro — Ed, a sociedade ou a mídia — e mostra como traumas e isolamento podem se tornar forças destrutivas, deixando um impacto duradouro na cultura pop.

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Park Chan-wook vence prêmio de Melhor Diretor em Sitges por ‘No Other Choice’

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O renomado diretor Park Chan-wook venceu o prêmio de Melhor Diretor no 58º Festival de Cinema de Sitges, na Espanha, por seu novo filme “No Other Choice”, estrelado por Lee Byung-hun e Son Ye-jin.

O longa, lançado em 24 de setembro, acompanha Man Su, um homem que leva uma vida estável até ser demitido, e luta desesperadamente para sustentar a família e manter a casa que conquistou.

O festival de Sitges, conhecido por celebrar obras de fantasia, terror e criatividade cinematográfica, destacou a habilidade de Park em unir tensão e humor em um drama de sobrevivência.

Leia também:Filmes e séries que sairão da Netflix em novembro de 2025

Além da vitória em Sitges, “No Other Choice” já conquistou o Prêmio Escolha do Público no Festival de Toronto, foi selecionado para a competição principal do Festival de Veneza — sendo o primeiro filme coreano em 13 anos a competir — e recebeu convites para festivais como Nova York, Londres (BFI) e Miami.

Desde sua estreia, o filme já ultrapassou 2,5 milhões de espectadores na Coreia, consolidando-se como um sucesso nacional e internacional.

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GCam Moto G86 E Moto G86 Power : Descubra o Segredo para Fotos Profissionais e Transforme Seu Celular Hoje!

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GCam 9.3 para Moto G86 e G86 Power

 

O GCam Moto G 86 e o Moto G86 Power são os mais novos intermediários da Motorola. Eles combinam hardware sólido, bateria duradoura e um conjunto de câmeras que realmente impressionam. No entanto, se você deseja extrair ainda mais desempenho das lentes, instalar a GCam 9.3 (GCam) é uma escolha inteligente e prática.

Por que usar a GCam no Moto G86 e G86 Power?

Ambos os modelos contam com o sensor principal Sony LYTIA 600 de 50 MP (f/1.8) e estabilização óptica de imagem (OIS). Além disso, há uma lente ultra grande angular de 8 MP (f/2.2) que garante versatilidade em diferentes tipos de fotos. Embora a câmera nativa ofereça resultados sólidos, a GCam consegue ir além: ela aprimora o alcance dinâmico, reduz ruídos e melhora de forma perceptível as fotos tiradas à noite.

Outro ponto positivo é que a interface da GCam é simples e intuitiva. Dessa forma, mesmo usuários iniciantes conseguem aproveitar os recursos avançados sem dificuldade.

 

Recursos da GCam 9.3 para fotos incríveis

A versão GCam 9.3 inclui diversas funções que fazem diferença no dia a dia. Entre elas estão Astrofotografia, Visão Noturna, HDR+ aprimorado, modo retrato otimizado e gravação com maior riqueza de detalhes. Além disso, com suporte total à API Camera2, o Moto G86 executa a GCam sem precisar de configurações extras.

Em outras palavras, você instala e já começa a aproveitar o que há de melhor em fotografia mobile.

Links de download da GCam Moto G86 e G86 Power

Dica: Antes de instalar, lembre-se de remover qualquer versão anterior da GCam. Assim, você evita conflitos e garante melhor desempenho. Vale ressaltar que esta versão ainda pode apresentar pequenos bugs, já que não é oficial.

Como usar a GCam 9.3 no Moto G86

Depois de instalar a GCam Moto G86 , basta abrir o aplicativo e começar a explorar. O foco automático funciona de maneira eficiente e o processamento das imagens é rápido. Portanto, você pode capturar fotos com mais nitidez, cores equilibradas e contraste aprimorado — tudo diretamente do seu Moto G86 Power ou Moto G86.

Além disso, os modos de retrato e visão noturna oferecem resultados superiores, tornando as imagens mais detalhadas e naturais em qualquer ambiente.

Se você também usa dispositivos Realme, aproveite para conferir o nosso guia completo com links atualizados para baixar o GCam 9.3 para Realme P4 e P4 Pro. Assim, você garante a mesma qualidade de imagem e desempenho em qualquer aparelho.

Motorola Edge 70: O Verde Que Vai Conquistar Seu Olhar!

Por fim, se gostou das melhorias que a GCam oferece, compartilhe este artigo com seus amigos que também possuem o Moto G86 ou o Moto G86 Power. Dessa forma, mais pessoas poderão aproveitar fotos de nível profissional em um aparelho intermediário.

Confira também:

GCam Moto Edge 70: Baixe e Tire Fotos Melhores

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Lee Yi-kyung é acusado de conduta sexual inapropriada e anuncia ações legais contra rumores

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Lee Yi-kyung é acusado de conduta sexual inapropriada e anuncia ações legais contra rumores

O ator sul-coreano Lee Yi Kyung se tornou alvo de polêmica após a divulgação de supostas conversas privadas com teor sexual explícito. Diante da repercussão, sua agência, Sangyoung ENT, anunciou que tomará medidas legais severas contra os rumores e publicações consideradas falsas.

Em 20 de outubro, a agência divulgou um comunicado oficial afirmando:

 “Estamos preparando uma ação judicial contra a disseminação de informações falsas e rumores maliciosos que circulam online e nas redes sociais. Dada a gravidade do assunto, avaliaremos os danos diretos e indiretos causados pela disseminação dessas informações e tomaremos todas as medidas possíveis.”

A empresa também alertou que não apenas a criação de conteúdo difamatório, mas também o compartilhamento imprudente desse tipo de material poderá resultar em ações legais.

As acusações tiveram origem em uma longa publicação online feita por uma mulher que afirma ter mantido contato com o ator. Ela declarou que decidiu se manifestar para “revelar a verdadeira personalidade do ator”, compartilhando capturas de tela de supostas conversas em que Lee Yi-kyung teria feito propostas sexuais, comentários degradantes e sugestões violentas envolvendo outras pessoas.

Leia também:Lee Yi-kyung fará uma participação especial em Confidence Queen, k-drama estralado por Park Min-young

Segundo o relato, o ator também teria pedido que realizassem um teste de personalidade BDSM e enviado fotos explícitas de si mesmo. A mulher afirmou ter se sentido “manipulada e confusa”, acreditando inicialmente que ele era uma pessoa “gentil e charmosa”.

A publicação rapidamente se espalhou pelas comunidades online, gerando choque e indignação entre internautas, que relembraram um antigo caso de direção sob efeito de álcool envolvendo o ator. Muitos compararam suas atitudes às personalidades de seus personagens, com comentários como: “Então, sua atuação não era atuação — era sua verdadeira personalidade.”

Fontes do setor afirmam que a agência de Lee Yi-kyung já havia recebido tentativas de chantagem financeira relacionadas à postagem original, que posteriormente foi excluída. Até o momento, o ator não se pronunciou diretamente sobre as acusações.

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Windows 11: atualização corrige bug de teclado e mouse USB

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Windows 11: atualização corrige bug de teclado e mouse USB

A atualização de emergência Windows 11 lançada pela Microsoft (KB5070773) soluciona um problema sério que afetava diversos usuários. Depois da atualização de segurança KB5066835, muitos notaram que teclados e mouses USB pararam de funcionar no Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE). Isso impedia o uso de ferramentas essenciais, como a restauração do sistema e o reparo de inicialização. Apesar disso, os dispositivos continuavam operando normalmente dentro do sistema.

Microsoft lança atualização KB5070773 para corrigir falha

Com o novo patch, a empresa eliminou o erro completamente. A atualização de emergência Windows 11 também incorpora as melhorias de segurança já incluídas na atualização anterior. Ela está disponível nas versões 25H2 (compilação 26200.6901) e 24H2 (compilação 26100.6901). O pacote é baixado automaticamente pelo Windows Update, mas o usuário pode optar por fazer o download manual no Catálogo do Microsoft Update. Assim, todos podem corrigir o problema com facilidade.

Por que instalar a atualização de emergência Windows 11

A correção é essencial para técnicos e usuários avançados que utilizam o WinRE em manutenções e diagnósticos. Sem teclado e mouse USB, qualquer ação nesse ambiente se tornava inviável. Agora, graças à atualização de emergência Windows 11, o sistema recupera o suporte completo a dispositivos USB durante o processo de reparo. Dessa forma, a experiência no WinRE volta a ser estável e funcional.

Microsoft mostra agilidade e compromisso com o Windows 11

Além de resolver o bug, a atitude rápida da Microsoft reforça seu compromisso com a estabilidade do Windows. Embora o problema tenha afetado apenas parte dos usuários, a empresa agiu de forma proativa e lançou o patch fora do cronograma tradicional do Patch Tuesday. Com isso, reduziu o impacto em ambientes corporativos e fortaleceu a confiança na plataforma.

Conclusão

Mas é recomendável instalar a atualização de emergência Windows 11 o quanto antes. O patch não apenas restaura o funcionamento de teclado e mouse USB, mas também melhora a segurança e o desempenho geral. Assim, o Windows 11 se mantém confiável, estável e preparado para lidar com eventuais falhas futuras. Para mais detalhes, confira nosso Guia do Windows 11 e as últimas atualizações de segurança no Hypando.

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Hey Copilot: Microsoft revive a nostalgia (e os erros) da Cortana

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Hey Copilot: Microsoft revive a nostalgia (e os erros) da Cortana

A Microsoft está apostando novamente em um comando de voz para o Windows 11. O novo recurso “Hey Copilot” promete tornar o assistente de IA ainda mais integrado ao sistema. No entanto, para quem lembra da Cortana, esse déjà-vu pode soar familiar — e não necessariamente em um bom sentido.

O retorno do comando de voz

Durante o anúncio do Copilot Vision, a empresa revelou que os usuários poderão ativar o assistente dizendo “E aí, Copilot”. A ideia é muito semelhante ao antigo “E aí, Cortana”, lançado em 2015 no Windows 10. Na época, a Microsoft tentou popularizar a interação por voz com PCs, mas a experiência acabou sendo esquecida com o passar dos anos.

Por que “Hey Copilot” pode enfrentar os mesmos desafios

Apesar do avanço da inteligência artificial, o hábito de conversar com o computador ainda é pouco comum. Em dispositivos móveis, o uso de voz é prático, pois as pessoas estão em movimento. No entanto, no ambiente de trabalho ou em casa, falar com o PC pode ser incômodo, especialmente em locais compartilhados.

Além disso, o Hey Copilot parece focado, novamente, em usuários que falam inglês. Esse foi um dos maiores erros da Microsoft com a Cortana: priorizar o mercado norte-americano e deixar o restante do mundo com suporte limitado. Como resultado, o engajamento global foi mínimo e o projeto acabou encerrado oficialmente em 2023.

Hey Copilot Os riscos e limitações

Outro ponto que levanta dúvidas é a precisão do Copilot Vision. Embora o comando por voz seja opcional, depender de ditado para tarefas complexas ainda pode causar frustração. Imagine pedir para o sistema “analisar minha apresentação do PowerPoint” e receber um resultado completamente diferente — algo que prejudica mais do que ajuda.

Um aceno ao passado (e um aviso para o futuro)

O Hey Copilot não é uma má ideia. O problema é que a Microsoft parece repetir um padrão que já falhou antes. Enquanto a empresa aposta alto na integração por voz e IA generativa, o público ainda demonstra resistência em usar essas ferramentas de forma constante no desktop.

No fim das contas, só o tempo dirá se o Copilot vai vingar ou seguir o mesmo destino da Cortana. Como diria Taylor Swift: “Acho que já vi esse filme antes — e não gostei do final”.

Conclusão Hey Copilot

Mesmo com novas tecnologias, a Microsoft precisa lembrar que inovação sem adaptação global pode resultar em déjà-vu indesejado. Se o Hey Copilot não aprender com os erros do passado, ele pode acabar em uma vala digital — ao lado da Cortana.

 

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