O ator Kang You-seok deu uma entrevista para celebrar o fim do K-drama médico “Resident Playbook”, onde interpretou Um Jae-il, um residente de obstetrícia e ginecologia no primeiro ano.
Spin-off de “Hospital Playlist”, o dorama destacou a jornada de jovens médicos no Hospital Yulje. Após seu destaque em dramas como “Se a Vida te Der Tangerinas… “, Kang tem sido apontado como uma das estrelas promissoras da nova geração.
Apesar da crescente popularidade, ele revelou: “Ainda ando de metrô e não percebo muito no dia a dia, mas recebo muitas mensagens de amigos e familiares”. Ele contou que até a mãe trocou a foto de perfil para uma imagem dele após seu sucesso.
Kang expressou profunda emoção ao ser escalado para a série: “Foi uma alegria tão intensa que nem sei descrever. Queria gritar de felicidade”. Ele também revelou que o teste para o papel foi o mais estressante de sua carreira: “Pedi mais uma chance, porque queria muito esse papel”.
Sobre as filmagens, afirmou que o set foi divertido e que sempre torceu para que o público gostasse. Agora, com o bom retorno do público, Kang diz estar feliz e grato, e quer usar seus 30 anos para explorar diversos papéis e se manter interessante para o público.
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A atriz Park Min-young foi confirmada como protagonista de “Confidence Man KR”, o primeiro drama original coreano da plataforma Prime Video, segundo anúncio da produtora Highground em 26 de maio.
O drama acompanha três vigaristas altamente habilidosos que enfrentam pessoas corruptas em diversas esferas sociais. Park Min-young interpretará Yoon Yi-rang, uma golpista genial, com QI no top 1%, e líder do grupo.
Descrita como uma produção que mistura ação, humor e crítica social, “Confidence Man KR” promete reinventar o gênero policial. A série terá 12 episódios e deve estrear no segundo semestre de 2025. As filmagens começaram em setembro de 2024.
Park Min-young, que teve grande sucesso com “Marry My Husband”, segue consolidando seu prestígio no mercado internacional. A Highground destacou que seu papel em uma produção original da Amazon marca um novo marco para a atriz e para o K-drama global.
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Como acontece anualmente, a Crunchyroll promoveu a sua tradicional premiação que celebra os melhores animes do ano. A edição de 2025 revelou seus grandes vencedores, e o destaque principal ficou para Solo Leveling, que conquistou o prêmio de Anime do Ano e arrebatou fãs ao redor do mundo.
Confira abaixo a lista completa de vencedores das principais categorias:
Anime do Ano:
DAN DA DAN
Delicious in Dungeon
Frieren e a Jornada para o Além
Kaiju No. 8
Solo Leveling (Vencedor)
Diários de uma Apotecária
Melhor Filme:
HAIKYU!! The Dumpster Battle
Look Back (Vencedor)
Mononoke The Movie: The Phantom in the Rain
My Hero Academia: You’re Next
SPY x FAMILY CODE: White
The Colors Within
Melhor Continuação:
BLEACH: Thousand-Year Blood War – The Conflict
Demon Slayer: Hashira Training Arc (Vencedor)
My Hero Academia – 7ª Temporada
ONE PIECE
OSHI NO KO – 2ª Temporada
SPY x FAMILY – 2ª Temporada
Melhor Série Estreante:
DAN DA DAN
Delicious in Dungeon
Frieren e a Jornada para o Além
Kaiju No. 8
Solo Leveling (Vencedor)
Diários de uma Apotecária
Melhor Anime Original:
BUCCHIGIRI?!
GIRLS BAND CRY
Jellyfish Can’t Swim in the Night
Metallic Rouge
Ninja Kamui (Vencedor)
Train to the End of the World
Melhor Animação:
DAN DA DAN
Delicious in Dungeon
Demon Slayer: Hashira Training Arc (Vencedor)
Frieren e a Jornada para o Além
Kaiju No. 8
Solo Leveling
Melhor Design de Personagem:
DAN DA DAN (Vencedor)
Delicious in Dungeon
Demon Slayer: Hashira Training Arc
Frieren e a Jornada para o Além
Kaiju No. 8
Diários de uma Apotecária
Melhor Direção:
Fuga Yamashiro (DAN DA DAN)
Haruo Sotozaki (Demon Slayer: Hashira Training Arc)
Keiichiro Saito (Frieren e a Jornada para o Além) – Vencedor
Megumi Ishitani (ONE PIECE FAN LETTER)
Norihiro Naganuma (Diários de uma Apotecária)
Yoshihiro Miyajima (Delicious in Dungeon)
Melhor Cenário Artístico:
DAN DA DAN
Delicious in Dungeon
Demon Slayer: Hashira Training Arc
Frieren e a Jornada para o Além (Vencedor)
Pluto
Diários de uma Apotecária
Melhor Anime de Romance:
A Sign of Affection
Blue Box (Vencedor)
Makeine: Too Many Losing Heroines!
Ranma 1/2
Scott Pilgrim Takes Off
The Dangers in My Heart – 2ª Temporada
Melhor Anime de Comédia:
Delicious in Dungeon
KONOSUBA – Temporada 3
MASHLE: Magia e Músculos – Arco do Candidato Visionário Divino (Vencedor)
My Deer Friend Nokotan
Ranma 1/2
SPY x FAMILY – 2ª Temporada
Melhor Anime de Ação:
BLEACH: Thousand-Year Blood War – The Conflict
DAN DA DAN
Demon Slayer: Hashira Training Arc
Kaiju No. 8
Solo Leveling (Vencedor)
WIND BREAKER
Melhor Anime Isekai:
KONOSUBA – Temporada 3
Mushoku Tensei – 2ª Temporada (Cour 2)
Re:ZERO – 3ª Temporada (Vencedor)
Shangri-La Frontier – 2ª Temporada
Esquadrão Suicida: ISEKAI
That Time I Got Reincarnated as a Slime – 3ª Temporada
Melhor Anime de Drama:
A Sign of Affection
DEAD DEAD DEMONS DEDEDEDE DESTRUCTION
Frieren e a Jornada para o Além (Vencedor)
OSHI NO KO – 2ª Temporada
Pluto
Diários de uma Apotecária
Melhor Slice of Life:
Laid-Back Camp – Temporada 3
Makeine: Too Many Losing Heroines! (Vencedor)
Mr. Villain’s Day Off
My Deer Friend Nokotan
Sound! Euphonium 3
The Dangers in My Heart – 2ª Temporada
Melhor Personagem Principal:
Frieren (Frieren e a Jornada para o Além)
Kafka Hibino (Kaiju No. 8)
Okarun (DAN DA DAN)
Maomao (Diários de uma Apotecária)
Momo (DAN DA DAN)
Sung Jinwoo (Solo Leveling – Vencedor)
Melhor Personagem Secundário:
Fern (Frieren e a Jornada para o Além – Vencedora)
Meses atrás, a Netflix lançou a série animada de Devil May Cry, mais uma adaptação de games feita para a plataforma. Apesar do bom desempenho em audiência, a produção acabou dividindo os fãs, principalmente pelas mudanças na história original da franquia.
Recentemente, Adi Shankar produtor responsável pela animação deu uma entrevista que gerou controvérsia entre os fãs. Fã declarado de Devil May Cry, Shankar confessou que ficou decepcionado com o anúncio de Devil May Cry 5. Segundo ele, acreditava que a série de jogos estava encerrada e via sua animação como uma oportunidade de “reviver” a marca com uma abordagem moderna.
“Devil May Cry, pra mim… eu precisei ignorar os números, sabe? Monster Hunter, em termos de audiência, supera tudo. Mas eu sou apaixonado por Devil May Cry. Amo esse universo de nicho, e agora eu posso expandi-lo até certo ponto e torná-lo algo maior.
Eu não fazia ideia de que Devil May Cry 5 estava a caminho. Quando me contaram, eu fiquei genuinamente triste. Já tinha assinado o contrato, e vieram com a notícia: ‘Tem um novo jogo chegando.’ Eu achava que a franquia estava morta. Pensei que estava trazendo ela de volta. Aí percebi que Devil May Cry ainda era algo atual. Nesse momento, pensei: ‘Talvez eu devesse ter apostado em Street Fighter.'”
Embora o anime tenha sido lançado apenas este ano, o anúncio oficial da produção aconteceu em 2018 — o mesmo ano em que a Capcom revelou Devil May Cry 5.
O renomado roteirista de quadrinhos Peter David faleceu na noite de 24 de maio de 2025, aos 68 anos, após uma prolongada batalha contra problemas de saúde, incluindo doença renal e complicações decorrentes de AVCs. A notícia foi confirmada por sua esposa, Kathleen O’Shea David, e por amigos próximos, como o escritor Keith R.A. DeCandido.
Um legado inesquecível nos quadrinhos
Nascido em 23 de setembro de 1956, em Fort Meade, Maryland, Peter Allen David conhecido pelos fãs como PAD iniciou sua carreira na Marvel nos anos 1980, inicialmente no departamento de vendas, antes de se destacar como roteirista. Sua primeira história publicada foi em The Spectacular Spider-Man #103, em 1985. Pouco depois, ganhou notoriedade com o arco “The Death of Jean DeWolff”, uma narrativa sombria e inovadora para a época.
Seu trabalho mais icônico foi na revista The Incredible Hulk, onde permaneceu por 12 anos. Durante esse período, redefiniu o personagem ao explorar temas como abuso infantil e saúde mental, introduzindo versões memoráveis como o Hulk Cinza (Joe Fixit) e o Hulk Inteligente. Essa abordagem trouxe profundidade psicológica inédita ao herói.
David também deixou sua marca em títulos como X-Factor, Spider-Man 2099 (co-criando o personagem Miguel O’Hara), Aquaman, Supergirl e Young Justice, esta última aclamada por seu equilíbrio entre humor juvenil e desenvolvimento emocional dos personagens.
Além dos quadrinhos
Sua versatilidade o levou a escrever romances, incluindo a série Star Trek: New Frontier, além de roteiros para televisão, como Babylon 5, Ben 10: Alien Force e Space Cases, que co-criou. David era conhecido por seu estilo que mesclava humor, referências à cultura pop e metalinguagem.
Reconhecimento e homenagens
Ao longo de sua carreira, Peter David recebeu diversos prêmios, como o Eisner Award (1992), o Wizard Fan Award (1993), o Haxtur Award (1996), o Julie Award (2007), o GLAAD Media Award (2011) e o Inkpot Award (2016).
Sua morte gerou comoção entre fãs e colegas. Keith R.A. DeCandido expressou: “Peter David finalmente perdeu sua longa batalha contra seu corpo debilitado. Ele foi um criador respeitado, um bom amigo e uma pessoa maravilhosa”.
Peter David deixa sua esposa, Kathleen, e quatro filhas: Ariel, Shana, Gwen e Caroline. Seu legado permanece vivo nas páginas que escreveu e nos personagens que ajudou a moldar, influenciando gerações de leitores e criadores.
No dia 23 de maio, foi divulgado que Go Kyung-pyo está cotado para ser o par romântico de Park Shin-hye no novo K-drama “Miss Undercover Boss”, da tvN, com estreia prevista para 2026.
A trama é uma comédia de escritório ambientada antes da crise financeira de 1997, centrada em Hong Geum-bo (Park Shin-hye), uma supervisora de valores mobiliários extremamente habilidosa que aceita uma missão secreta ao se infiltrar como funcionária de nível básico em uma empresa de Yeouido. Go Kyung-pyo foi convidado para interpretar Shin Jung-woo, o novo CEO da Hanmin Securities.
A série será dirigida por Park Seon-ho (Pretendente Surpresa) e escrita por Moon Hyun-kyung (Into the Ring).
Caso confirmados, este será o reencontro de Park Shin-hye e Go Kyung-pyo após 13 anos, desde “Flower Boy Next Door” (2013). O projeto também pode marcar o retorno de Park Shin-hye após “The Judge from Hell”, e o retorno de Go Kyung Pyo aos dramas, após dois anos longe das telinhas.
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Uma das discussões mais recorrentes entre os fãs de The Last of Us sempre foi: os Vagalumes realmente conseguiriam desenvolver uma cura para a humanidade se tivessem sacrificado Ellie? Tanto o jogo quanto a adaptação da HBO deixaram essa possibilidade em aberto até agora.
Em uma entrevista recente ao canal Sacred Symbols, o diretor Neil Druckmann trouxe uma resposta definitiva. Segundo ele, a intenção da equipe sempre foi clara: sim, os Vagalumes teriam conseguido criar uma cura. Para Druckmann, essa certeza torna a escolha de Joel ainda mais complexa do ponto de vista filosófico.
“Os Vagalumes poderiam desenvolver uma cura? Nossa intenção era que sim, eles poderiam. A ciência por trás disso pode parecer duvidosa, e entendemos que algumas pessoas questionem. Mas o que posso afirmar é que sempre planejamos que eles fossem capazes de encontrar a cura — e isso torna a decisão de Joel muito mais interessante filosoficamente”, explicou.
Apesar dessa revelação, Druckmann já declarou em outras ocasiões que acredita que Joel fez o que era certo. “Acredito que Joel estava certo. Se eu estivesse no lugar dele, espero ter a coragem de fazer o mesmo para salvar minha filha”, disse anteriormente.
Agora que sabemos que a cura era realmente possível, a grande questão ressurge com ainda mais intensidade: você concorda com a decisão de Joel? Deixe sua opinião nos comentários!
Konami, em colaboração com a desenvolvedora Far Out Games, lançou hoje Deliver At All Costs, um caótico jogo de ação ambientado em 1959, onde o objetivo é realizar entregas por mais absurdas que sejam.
O game chegou para PC e consoles e, surpreendentemente, está disponível gratuitamente na Epic Games Store. Como parte da promoção semanal da plataforma, Deliver At All Costs pode ser resgatado sem custo até o dia 29 de maio.
Além dele, outros dois títulos também estão sendo oferecidos de graça: o aclamado beat ‘em up Sifu e o nostálgico Gigapocalypse, com estilo retrô.
Jogos gratuitos disponíveis:
Deliver At All Costs
Desenvolvido pela Studio Far Out Games e distribuído pela Konami, Deliver At All Costs é um jogo de entregas no melhor estilo Death Stranding onde você, certamente, deverá andar muito e levar encomendas para seus respectivos destinos.
Nele, conhecemos a história de Winston Green, um jovem entregador de 24 anos que deve realizar fretes estranhos, e até duvidosos, para pagar as contas do mês. Contudo, sua personalidade estoica e um tanto introspectiva pode esconder um passado de mistérios, apesar da pouca idade.
SIFU
SIFU é um dos jogos mais legais e desafiadores dos últimos anos. O game da Sloclap, mesmo estúdio do jogo de futebol arcade Rematch, oferece uma experiência que mescla uma história envolvente de vingança com combate fluido de artes marciais além de ter uma sacada bem inteligente no game design.
Aqui, os jogadores assumem o papel de um aprendiz de Kung-Fu em busca de vingança pela morte de seu mestre. O diferencial está na mecânica de envelhecimento do protagonista, que a cada derrota vai ficando mais velho e cansado o que adiciona uma camada de estratégia e aprendizado contínuo.
SIFU proporciona uma jornada intensa e muito recompensadora, onde a maestria das artes marciais é a chave para superar adversários cada vez mais formidáveis. Esse, certamente, vale a pena garantir na biblioteca ainda mais de graça!
Gigapocalypse
Em Gigapocalypse, os jogadores assumem o controle de monstros gigantes, inspirados nos kaijus clássicos, e destroem cidades inteiras em busca de evolução e poder.
Trazendo um visual retrô em pixel art, o game mistura ação frenética, upgrades, e até a possibilidade de cuidar do seu monstro entre os ataques. Certamente, é uma explosão de nostalgia e destruição para quem curte jogos arcade para passar o tempo.
Além das batalhas caóticas, o jogo também traz elementos de personalização, minigames e uma trilha sonora bem bacana que combina perfeitamente com o ritmo acelerado do gameplay. Ideal para quem busca diversão rápida com aquele toque old school.
Para resgatarDeliver At All Costs, SIFU e Gigapocalypse gratuitamente na Epic Games é muito simples. Primeiramente, claro, você precisa ter uma conta na plataforma.
A animação “KPop Demon Hunters”, com estreia global marcada para 20 de junho na Netflix, acompanha um grupo feminino de K-pop, chamado Huntress, que leva uma vida dupla: no palco, ídolos; nos bastidores, caçadoras de demônios.
O projeto atrai atenção por sua equipe criativa de peso: Maggie Kang (diretora coreana-americana), Chris Appelhans (Wish Dragon), e Aron Warner (Shrek), além de talentos de Homem-Aranha: No Aranhaverso. A produção vem sendo apontada como um marco na estratégia da Netflix de expandir a cultura coreana globalmente.
O ator Ahn Hyo-seop dubla o vilão Jin Woo em inglês, e Jeongyeon, Jihyo e Chaeyoung, do TWICE, participam da trilha sonora original (OST).
Visualmente, o grupo Huntress remete ao aespa, com estética futurista e temática de batalha, enquanto os vilões Lion Boys lembram grupos como Stray Kids e MONSTA X, misturando hanboks modernos e figurinos casuais.
A produção promete uma combinação inédita de musical, ação, cultura K-pop e fantasia, com potencial para se tornar um novo fenômeno global.
veja o trailer:
Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mundo do entretenimento? É só acompanhar o Hypando em todas as nossas redes sociais.
Em meio às praias do Havaí, vive Lilo, uma garotinha doce e preocupada com os animais e o meio ambiente. A final de contas, Lilo & Stitch vale o hype?
Confira a sinopse e o trailer do filme:
“Lilo é uma menina que ama cuidar de animais e recolhe lixo reciclável para ajudar peixes. Um dia, ela adota um cachorro diferente, sem saber que ele é Stitch, um alienígena perigoso disfarçado. Fingindo ser um pet comum, Stitch vira seu amigo e começa a mudar com a convivência.”
Lilo & Stitch: versão live-action é uma reinvenção emocionante e encantadora.
Disney tem apostado na nostalgia ao transformar suas animações clássicas em produções live-action, e Lilo & Stitch entra para essa lista com uma adaptação que surpreende ao ser não apenas fiel ao original, mas também emocionalmente mais rica. O lema “Ohana significa família” continua sendo o coração da história e aqui, mais do que nunca, é levado a sério.
Lançado originalmente em 2002, Lilo & Stitch sempre se destacou no catálogo da Disney por sua mistura única de cultura havaiana e ficção científica, fugindo da fórmula tradicional dos contos de fadas. Em vez de princesas ou heróis épicos, temos uma menina solitária e seu novo “bicho de estimação” alienígena tentando encontrar um lugar no mundo ou pelo menos, um ao lado do outro.
A versão live-action mantém a alma do filme animado, mas acrescenta novas camadas emocionais, especialmente ao explorar com mais profundidade a relação entre Lilo e Nani, sua irmã mais velha e guardiã. O diretor Dean Fleischer Camp, conhecido por Marcel, o Concha de Sapatos, conduz a narrativa com delicadeza e sensibilidade, equilibrando o humor caótico de Stitch com a tristeza silenciosa das protagonistas. O resultado é um filme que emociona sem se tornar excessivamente sentimental.
O roteiro, assinado por Chris Kekaniokalani Bright e Mike Van Waes, toma decisões acertadas ao dividir a função do assistente social e do agente Cobra Bubbles em dois personagens distintos. Tia Carrere, que já tinha dado voz a Nani na animação, interpreta a Sra. Kekoa com humanidade e empatia. Já Courtney B. Vance encarna uma versão mais contida, porém igualmente carismática, do enigmático agente da CIA.
Os coadjuvantes também brilham. Zach Galifianakis e Billy Magnussen se divertem como Dr. Jumba e Pleakley, entregando alívio cômico sem cair na caricatura. A química entre os dois é contagiante, e seria fácil imaginá-los em uma série derivada.
Mas quem realmente dá alma ao filme são Maia Kealoha e Sydney Agudong. Kealoha, como Lilo, entrega uma atuação tocante, equilibrando traquinagem e dor com autenticidade surpreendente para uma atriz tão jovem. Agudong, como Nani, adiciona profundidade à personagem, mostrando uma jovem que, mesmo sobrecarregada, é movida por um amor incondicional. A relação entre as duas é o núcleo emocional do longa e funciona com perfeição.
O Stitch da nova versão, agora em CGI, mantém sua aparência caótica e carismática, mas com um toque ainda mais adorável. A dublagem original de Chris Sanders está de volta, e suas vocalizações continuam irresistivelmente expressivas especialmente em momentos marcantes como o icônico “Stitch é mau”.
Visualmente, o filme se beneficia imensamente de sua ambientação real no Havaí. A beleza natural das ilhas, agora capturada em live-action, dá uma nova dimensão ao cenário, reforçando o sentimento de pertencimento e lar que atravessa toda a história. A trilha sonora, mesmo sem ser um musical tradicional, respeita e celebra a cultura musical havaiana com sensibilidade.
No fim, esta adaptação de Lilo & Stitch não é apenas uma homenagem ao original é uma expansão sensível e cativante de sua mensagem central. Ao trocar o espetáculo sci-fi por momentos mais íntimos e emocionais, o filme nos lembra que, mesmo em meio ao caos, a família por menor e imperfeita que seja pode ser o lar mais poderoso que existe.
E você, o que achou do filme? Lilo & Stitch vale o hype? Vote e comente abaixo!