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Go Kyung-pyo pode estrelar ao lado de Park Shin-hye em ‘Miss Undercover Boss’, novo K-drama da tvN

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Go Kyung-pyo

No dia 23 de maio, foi divulgado que Go Kyung-pyo está cotado para ser o par romântico de Park Shin-hye no novo K-drama “Miss Undercover Boss”, da tvN, com estreia prevista para 2026.

A trama é uma comédia de escritório ambientada antes da crise financeira de 1997, centrada em Hong Geum-bo (Park Shin-hye), uma supervisora de valores mobiliários extremamente habilidosa que aceita uma missão secreta ao se infiltrar como funcionária de nível básico em uma empresa de Yeouido. Go Kyung-pyo foi convidado para interpretar Shin Jung-woo, o novo CEO da Hanmin Securities.

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A série será dirigida por Park Seon-ho (Pretendente Surpresa) e escrita por Moon Hyun-kyung (Into the Ring).

Caso confirmados, este será o reencontro de Park Shin-hye e Go Kyung-pyo após 13 anos, desde “Flower Boy Next Door” (2013). O projeto também pode marcar o retorno de Park Shin-hye após “The Judge from Hell”, e o retorno de Go Kyung Pyo aos dramas, após dois anos longe das telinhas.

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Neil Druckmann afirma que os Vagalume realmente poderiam ter criado a cura com Ellie em The Last of Us

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Uma das discussões mais recorrentes entre os fãs de The Last of Us sempre foi: os Vagalumes realmente conseguiriam desenvolver uma cura para a humanidade se tivessem sacrificado Ellie? Tanto o jogo quanto a adaptação da HBO deixaram essa possibilidade em aberto até agora.

Em uma entrevista recente ao canal Sacred Symbols, o diretor Neil Druckmann trouxe uma resposta definitiva. Segundo ele, a intenção da equipe sempre foi clara: sim, os Vagalumes teriam conseguido criar uma cura. Para Druckmann, essa certeza torna a escolha de Joel ainda mais complexa do ponto de vista filosófico.

“Os Vagalumes poderiam desenvolver uma cura? Nossa intenção era que sim, eles poderiam. A ciência por trás disso pode parecer duvidosa, e entendemos que algumas pessoas questionem. Mas o que posso afirmar é que sempre planejamos que eles fossem capazes de encontrar a cura — e isso torna a decisão de Joel muito mais interessante filosoficamente”, explicou.

Apesar dessa revelação, Druckmann já declarou em outras ocasiões que acredita que Joel fez o que era certo. “Acredito que Joel estava certo. Se eu estivesse no lugar dele, espero ter a coragem de fazer o mesmo para salvar minha filha”, disse anteriormente.

Agora que sabemos que a cura era realmente possível, a grande questão ressurge com ainda mais intensidade: você concorda com a decisão de Joel? Deixe sua opinião nos comentários!

Fonte: Sacred Symbols
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Epic Games libera 3 jogos gratuitos, incluindo o mais novo lançamento da Konami

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Konami, em colaboração com a desenvolvedora Far Out Games, lançou hoje Deliver At All Costs, um caótico jogo de ação ambientado em 1959, onde o objetivo é realizar entregas por mais absurdas que sejam.

O game chegou para PC e consoles e, surpreendentemente, está disponível gratuitamente na Epic Games Store. Como parte da promoção semanal da plataforma, Deliver At All Costs pode ser resgatado sem custo até o dia 29 de maio.

Além dele, outros dois títulos também estão sendo oferecidos de graça: o aclamado beat ‘em up Sifu e o nostálgico Gigapocalypse, com estilo retrô.

Jogos gratuitos disponíveis:

Deliver At All Costs

Desenvolvido pela Studio Far Out Games e distribuído pela Konami, Deliver At All Costs é um jogo de entregas no melhor estilo Death Stranding onde você, certamente, deverá andar muito e levar encomendas para seus respectivos destinos.

Nele, conhecemos a história de Winston Green, um jovem entregador de 24 anos que deve realizar fretes estranhos, e até duvidosos, para pagar as contas do mês. Contudo, sua personalidade estoica e um tanto introspectiva pode esconder um passado de mistérios, apesar da pouca idade.

SIFU

SIFU é um dos jogos mais legais e desafiadores dos últimos anos. O game da Sloclap, mesmo estúdio do jogo de futebol arcade Rematch, oferece uma experiência que mescla uma história envolvente de vingança com combate fluido de artes marciais além de ter uma sacada bem inteligente no game design.

Aqui, os jogadores assumem o papel de um aprendiz de Kung-Fu em busca de vingança pela morte de seu mestre. O diferencial está na mecânica de envelhecimento do protagonista, que a cada derrota vai ficando mais velho e cansado o que adiciona uma camada de estratégia e aprendizado contínuo.

SIFU proporciona uma jornada intensa e muito recompensadora, onde a maestria das artes marciais é a chave para superar adversários cada vez mais formidáveis. Esse, certamente, vale a pena garantir na biblioteca ainda mais de graça!

Gigapocalypse

Em Gigapocalypse, os jogadores assumem o controle de monstros gigantes, inspirados nos kaijus clássicos, e destroem cidades inteiras em busca de evolução e poder.

Trazendo um visual retrô em pixel art, o game mistura ação frenética, upgrades, e até a possibilidade de cuidar do seu monstro entre os ataques. Certamente, é uma explosão de nostalgia e destruição para quem curte jogos arcade para passar o tempo.

Além das batalhas caóticas, o jogo também traz elementos de personalização, minigames e uma trilha sonora bem bacana que combina perfeitamente com o ritmo acelerado do gameplay. Ideal para quem busca diversão rápida com aquele toque old school.

Para resgatar Deliver At All Costs, SIFU e Gigapocalypse gratuitamente na Epic Games é muito simples. Primeiramente, claro, você precisa ter uma conta na plataforma.

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Nova animação que mistura K-pop, ação e demônios chamada ‘KPop Demon Hunters’ estreia em junho na Netflix

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A animação “KPop Demon Hunters”, com estreia global marcada para 20 de junho na Netflix,  acompanha um grupo feminino de K-pop, chamado Huntress, que leva uma vida dupla: no palco, ídolos; nos bastidores, caçadoras de demônios.

O projeto atrai atenção por sua equipe criativa de peso: Maggie Kang (diretora coreana-americana), Chris Appelhans (Wish Dragon), e Aron Warner (Shrek), além de talentos de Homem-Aranha: No Aranhaverso. A produção vem sendo apontada como um marco na estratégia da Netflix de expandir a cultura coreana globalmente.

O ator Ahn Hyo-seop dubla o vilão Jin Woo em inglês, e Jeongyeon, Jihyo e Chaeyoung, do TWICE, participam da trilha sonora original (OST).

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Visualmente, o grupo Huntress remete ao aespa, com estética futurista e temática de batalha, enquanto os vilões Lion Boys lembram grupos como Stray Kids e MONSTA X, misturando hanboks modernos e figurinos casuais.

A produção promete uma combinação inédita de musical, ação, cultura K-pop e fantasia, com potencial para se tornar um novo fenômeno global.

veja o trailer: 

 

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Lilo & Stitch vale o hype? Crítica com spoilers do filme

Em meio às praias do Havaí, vive Lilo, uma garotinha doce e preocupada com os animais e o meio ambiente. A final de contas, Lilo & Stitch vale o hype?

Confira a sinopse e o trailer do filme:

“Lilo é uma menina que ama cuidar de animais e recolhe lixo reciclável para ajudar peixes. Um dia, ela adota um cachorro diferente, sem saber que ele é Stitch, um alienígena perigoso disfarçado. Fingindo ser um pet comum, Stitch vira seu amigo e começa a mudar com a convivência.”

Gabriel Rodrigues ⭐⭐⭐⭐✰

Lilo & Stitch: versão live-action é uma reinvenção emocionante e encantadora.

Disney tem apostado na nostalgia ao transformar suas animações clássicas em produções live-action, e Lilo & Stitch entra para essa lista com uma adaptação que surpreende ao ser não apenas fiel ao original, mas também emocionalmente mais rica. O lema “Ohana significa família” continua sendo o coração da história e aqui, mais do que nunca, é levado a sério.

Lançado originalmente em 2002, Lilo & Stitch sempre se destacou no catálogo da Disney por sua mistura única de cultura havaiana e ficção científica, fugindo da fórmula tradicional dos contos de fadas. Em vez de princesas ou heróis épicos, temos uma menina solitária e seu novo “bicho de estimação” alienígena tentando encontrar um lugar no mundo ou pelo menos, um ao lado do outro.

A versão live-action mantém a alma do filme animado, mas acrescenta novas camadas emocionais, especialmente ao explorar com mais profundidade a relação entre Lilo e Nani, sua irmã mais velha e guardiã. O diretor Dean Fleischer Camp, conhecido por Marcel, o Concha de Sapatos, conduz a narrativa com delicadeza e sensibilidade, equilibrando o humor caótico de Stitch com a tristeza silenciosa das protagonistas. O resultado é um filme que emociona sem se tornar excessivamente sentimental.

O roteiro, assinado por Chris Kekaniokalani Bright e Mike Van Waes, toma decisões acertadas ao dividir a função do assistente social e do agente Cobra Bubbles em dois personagens distintos. Tia Carrere, que já tinha dado voz a Nani na animação, interpreta a Sra. Kekoa com humanidade e empatia. Já Courtney B. Vance encarna uma versão mais contida, porém igualmente carismática, do enigmático agente da CIA.

Os coadjuvantes também brilham. Zach Galifianakis e Billy Magnussen se divertem como Dr. Jumba e Pleakley, entregando alívio cômico sem cair na caricatura. A química entre os dois é contagiante, e seria fácil imaginá-los em uma série derivada.

Mas quem realmente dá alma ao filme são Maia Kealoha e Sydney Agudong. Kealoha, como Lilo, entrega uma atuação tocante, equilibrando traquinagem e dor com autenticidade surpreendente para uma atriz tão jovem. Agudong, como Nani, adiciona profundidade à personagem, mostrando uma jovem que, mesmo sobrecarregada, é movida por um amor incondicional. A relação entre as duas é o núcleo emocional do longa e funciona com perfeição.

O Stitch da nova versão, agora em CGI, mantém sua aparência caótica e carismática, mas com um toque ainda mais adorável. A dublagem original de Chris Sanders está de volta, e suas vocalizações continuam irresistivelmente expressivas especialmente em momentos marcantes como o icônico “Stitch é mau”.

Visualmente, o filme se beneficia imensamente de sua ambientação real no Havaí. A beleza natural das ilhas, agora capturada em live-action, dá uma nova dimensão ao cenário, reforçando o sentimento de pertencimento e lar que atravessa toda a história. A trilha sonora, mesmo sem ser um musical tradicional, respeita e celebra a cultura musical havaiana com sensibilidade.

No fim, esta adaptação de Lilo & Stitch não é apenas uma homenagem ao original é uma expansão sensível e cativante de sua mensagem central. Ao trocar o espetáculo sci-fi por momentos mais íntimos e emocionais, o filme nos lembra que, mesmo em meio ao caos, a família por menor e imperfeita que seja pode ser o lar mais poderoso que existe.

E você, o que achou do filme? Lilo & Stitch vale o hype? Vote e comente abaixo!

Ou acesse nosso arquivo digital de críticas e confira nossa opinião do mais alto Hype!

Nota do Publico
[Total: 1 Average: 3]

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Disney+ anuncia novos Kdramas para 2025 e 2026

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Em 23 de maio, o Disney+ realizou um evento na sede da Walt Disney Company Korea, em Seul, para apresentar sua estratégia de conteúdo coreano e os próximos lançamentos. Choi Yeon Woo, chefe de conteúdo local, destacou que a plataforma completou quatro anos na Coreia e já lançou mais de 40 produções originais, como os sucessos Moving e A Shop for Killers.

A empresa prometeu investir em grandes produções, com atores renomados e equipes de primeira linha, além de expandir franquias coreanas com narrativas duradouras — marca registrada da Disney.

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Principais lançamentos previstos:

Tempest: com Jun Ji-hyun e Kang Dong-won, sobre uma diplomata e um agente especial que investigam um grande incidente internacional.

Made in Korea: com Hyun Bin e Jung Woo-sung, explora a luta entre poder e justiça nos anos 1970.

Low Life: estrelado por Ryu Seung-ryong e Yang Se-jong, inspirado em um caso real de tesouro submerso que foi entrado em 1970.

Murky Water: drama histórico com Rowoon e Shin Ye Eun, ambientado em uma era Joseon sem lei.

Fabricated City: com Ji Chang-wook e Doh Kyung-soo, mistura mundo virtual e conspiração criminal.

Delusion (2026): suspense com Suzy e Kim Seon-ho, sobre um pintor envolvido nos mistérios de uma mulher em 1935.

A Disney+ reafirma seu compromisso com conteúdos coreanos diversificados, ambiciosos e voltados ao público global.

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Filme live-action de ELDEN RING é anunciado

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Bandai Namco Entertainment Inc. e o estúdio A24 anunciaram hoje uma colaboração com o renomado roteirista e diretor Alex Garland para a produção de uma adaptação cinematográfica em live-action do aclamado jogo ELDEN RING™, desenvolvido pela FromSoftware Inc. Criado sob a direção de Hidetaka Miyazaki, o jogo tem sua mitologia baseada em uma narrativa original escrita por George R. R. Martin, autor da famosa série literária As Crônicas de Gelo e Fogo.

A adaptação para o cinema buscará capturar a grandiosidade e a intensidade do universo de ELDEN RING, com Alex Garland (Ex Machina, Guerra Civil, Warfare) assumindo os papéis de roteirista e diretor. A produção será conduzida por Peter Rice, com o apoio de Andrew Macdonald e Allon Reich, da produtora DNA, além da participação de George R. R. Martin e Vince Gerardis.

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Disney aposta alto no live-action de Lilo & Stitch e já planeja continuações

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Lilo & Stitch estão de volta em uma nova versão live-action, e a Disney está tão confiante com o resultado que nem se preocupou com a estreia próxima do aguardado Missão: Impossível Acerto Final, estrelado por Tom Cruise. A empolgação é tanta que o estúdio já considera desenvolver continuações.

“Tenho a sensação de que será um grande sucesso, e é o tipo de franquia que oferece espaço para expandir,” afirmou Alan Bergman, copresidente da Disney Entertainment. “Desde o anúncio do remake em 2018, vimos a marca crescer muito, tanto no Disney+ quanto em produtos de consumo.”

A confiança da Disney é reforçada pelos números impressionantes: em 2024, as vendas de produtos relacionados ao Stitch alcançaram US$ 2,6 bilhões — um salto significativo em comparação aos US$ 200 milhões registrados cinco anos antes. Esse crescimento acelerado tem impulsionado a estratégia da Disney de investir ainda mais em adaptações live-action, e tudo indica que este será mais um grande acerto.

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The Last of Us Parte 3 recebe atualização surpreendente do chefe da Naughty Dog

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The Last of Us Part 3 ainda não está descartado, segundo Neil Druckmann, chefe da Naughty Dog. Não é segredo que The Last of Us é uma das franquias mais valiosas do PlayStation. Os dois jogos da série já foram relançados várias vezes para PS4, PS5 e PC. Isso já virou até motivo de piada, mas a estratégia funciona o jogo continua atraindo novos públicos. Além de estar presente no imaginário coletivo há mais de uma década, o sucesso da série da HBO também ajudou a manter a franquia relevante. Ainda assim, é curioso que, apesar de toda essa popularidade, a série tenha recebido apenas dois jogos em 12 anos.

Se estivesse nas mãos de outra desenvolvedora, provavelmente já existiriam cinco títulos da série, o que poderia gerar certo desgaste. Mas um dos motivos pelos quais os fãs continuam apaixonados por The Last of Us é o comprometimento da Naughty Dog com a qualidade. Eles sempre preferem investir tempo para entregar algo à altura das expectativas. Mesmo assim, o fato de já terem se passado cinco anos desde o segundo jogo, sem qualquer anúncio oficial do terceiro, gera especulações. Neil Druckmann, criador da série, chegou a comentar há cerca de um ano que via espaço para contar mais uma história naquele universo. No entanto, recentemente ele adotou um tom mais cauteloso, levantando dúvidas sobre o desenvolvimento de The Last of Us Part 3. Apesar disso, Druckmann nunca fechou completamente a porta para essa possibilidade e, ao que tudo indica, ainda tem intenção de realizar esse projeto.

The Last of Us Part 3 continua nos planos

Durante uma entrevista ao podcast Sacred Symbols, Neil Druckmann reforçou que o que disse no documentário Grounded Part 2 um making of de The Last of Us Part 2 — continua válido. Na época, ele revelou que tinha, pelo menos, uma ideia inicial de como a história poderia evoluir em um terceiro jogo. Contudo, deixou claro que isso só acontecerá se a Naughty Dog conseguir garantir a mesma excelência de qualidade dos títulos anteriores — e sem pressa.

“O que falei no documentário continua sendo verdade”, afirmou Druckmann. “Embora eu esteja à frente da franquia, é fundamental que tudo que produzimos mantenha um padrão de alta qualidade. Não quero transformar isso em algo superexplorado. Sou muito criterioso com tudo que fazemos. Quando criamos uma atração temática, buscamos a Universal e os melhores profissionais para desenvolver a casa mal-assombrada de Halloween. Na série, buscamos os melhores produtores de TV e a HBO, para fazer a melhor adaptação possível. Se algum dia voltarmos a trabalhar com The Last of Us, quero garantir que seja uma história que realmente faça jus à franquia. Amo esse universo, amo esses personagens. Se surgirem a oportunidade e a ideia certas, sim, eu adoraria.”

É animador ver que Druckmann reafirma seu compromisso com a franquia, mesmo que deixe claro que um terceiro jogo não está no horizonte imediato. Atualmente, a Naughty Dog trabalha em dois projetos, sendo um deles Intergalactic, uma nova IP de ficção científica criada pelo próprio Druckmann. Esse é um dos principais motivos pelos quais The Last of Us Part 3 ainda não está em desenvolvimento. Além disso, há rumores de que o outro jogo seria um novo título da série Uncharted, embora isso ainda não tenha sido confirmado oficialmente.

A verdade é que a espera por um novo jogo da série teria sido um pouco mais fácil se The Last of Us Online não tivesse sido cancelado. Apesar de ser um jogo focado no multiplayer, ele incluiria elementos narrativos e provavelmente manteria o alto padrão cinematográfico típico da Naughty Dog. Esse modelo já é visto em jogos como Destiny, que oferecem atualizações constantes recheadas de conteúdo, mas, até hoje, nenhuma desenvolvedora levou esse conceito ao nível de qualidade que a Naughty Dog costuma entregar.

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Bae Doona é premiada como Atriz do Ano por seu papel em “Family Matters”

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bae doona

Bae Doona recebeu o prêmio de Atriz do Ano no 23º Director’s Cut Awards, realizado em 20 de maio, pelo seu desempenho na série “Family Matters” da Coupang Play. No drama, ela interpreta Han Young-soo, uma mãe com o poder de manipular memórias, que luta contra criminosos para proteger sua família. Sua atuação foi elogiada por transmitir com naturalidade o equilíbrio entre emoção, razão, amor e vingança.

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Além do prêmio, Family Matters também se destacou internacionalmente, sendo o único  drama coreano convidada à seção Panorama Internacional do Series Mania Festival 2025. Críticos elogiaram a produção como uma obra-prima que mistura comédia negra com drama familiar intenso.

Em seu discurso, Bae Doona agradeceu emocionada, dizendo: “É uma honra incrível, especialmente sendo reconhecida por diretores”.

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