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Críticas do Superman elogiam o reboot da DC de James Gunn

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Após mais de uma década sem um filme solo do Superman, o icônico herói da DC retorna às telonas em uma produção que promete redefinir seu papel no universo cinematográfico. O Homem de Aço (2013), apesar de sua escala épica e bilheteria expressiva, dividiu opiniões principalmente pelo tom sombrio e pela polêmica decisão de retratar Superman matando o General Zod. Embora tenha sido reavaliado com o tempo, sua recepção inicial contribuiu para que o personagem fosse gradualmente deixado de lado nos planos da Warner Bros.

Agora, com James Gunn à frente de uma reformulação completa do Universo DC, Superman marca o início da nova fase, chamada de “Deuses e Monstros”. A expectativa é altíssima, não apenas pela importância simbólica do personagem, mas também pelas implicações estratégicas: o sucesso ou fracasso do filme pode influenciar diretamente o futuro da DC nos cinemas.

A Warner Bros. investiu pesadamente no marketing, e os primeiros sinais são encorajadores. As reações nas redes sociais foram amplamente positivas, e as críticas profissionais elogiam a abordagem emocional, a direção segura de Gunn e o equilíbrio entre reverência ao legado e inovação narrativa. Tudo indica que Superman pode ser o reboot que os fãs aguardavam e o impulso necessário para devolver ao herói seu lugar central na cultura pop contemporânea.

A nova versão de Superman, dirigida por James Gunn, já está recebendo suas primeiras críticas completas e os números iniciais são impressionantes. No momento, o filme acumula 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o que o coloca como o live-action mais bem avaliado da história do personagem. O nosso redator Gabriel Rodrigues, deu a Superman uma nota 4 de 5 em sua crítica, elogiando a direção de James Gunn com o personagem e expressando esperança para o futuro do universo DC nas telonas.

“Num contexto em que narrativas dominadas por medo, cinismo e ironia parecem ditar o tom das grandes produções, Superman dirigido por James Gunn surge como uma obra contracorrente: sincera, otimista e assumidamente emocional desde suas primeiras cenas. Em sua essência, o filme representa uma ruptura com a apatia estrutural do gênero, reacendendo o imaginário heroico com convicção e vulnerabilidade.”

Colisor : 8/10

A esta altura, é raro que filmes de super-heróis transmitam uma sensação de admiração e um lembrete de quão belos esses filmes podem ser quando bem executados. Mas Gunn trouxe otimismo, esperança e carinho de volta ao Superman. Acaba se tornando um dos melhores filmes da DC em anos e um dos melhores filmes do verão. Este universo pode ser ótimo, e Gunn tem a luz para mostrar o caminho para onde o DCU pode chegar.

IGN : 8/10

Superman é uma reconfiguração cinematográfica maravilhosamente divertida e emocionante para o Homem de Aço e um ótimo recomeço para o universo DC nas telonas. […] O diretor e maestro do DCU, James Gunn, nos apresenta muitas coisas aqui e confia que décadas de prática assistindo a filmes de super-heróis nos ajudarão a superar quaisquer obstáculos narrativos que ele esteja cortando em favor de manter o ritmo acelerado e a diversão abundante. É uma aventura densa e, às vezes, avassaladora, mas parece a certa para o momento.

Dexerto : 4/5

Este é um filme do Superman diferente de tudo que você já viu; para (principalmente) melhor e (pouco) pior. É épico, emocionante e a prova de que o Homem de Aço não é chato; no final, você vai acreditar que o Universo DC de James Gunn pode voar. Olhe para cima e aguarde o que vem a seguir.

Superman chega aos cinemas em 11 de julho.

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‘Superman: Legacy’ vale o hype? Crítica com spoilers do filme

A DC retorna aos cinemas com um novo universo compartilhado, na qual promete um pedido de desculpas aos fãs. A final de contas, Superman: Legacy vale o hype?

Confira a sinopse e o trailer do filme:

Superman precisa conciliar sua herança alienígena kryptoniana com sua criação humana como repórter Clark Kent. Como a personificação da verdade, da justiça e do modo de ser humano, ele logo se vê em um mundo que considera tudo isso antiquado.

Gabriel Rodrigues ⭐⭐⭐⭐☆

Num contexto em que narrativas dominadas por medo, cinismo e ironia parecem ditar o tom das grandes produções, Superman dirigido por James Gunn surge como uma obra contracorrente: sincera, otimista e assumidamente emocional desde suas primeiras cenas. Em sua essência, o filme representa uma ruptura com a apatia estrutural do gênero, reacendendo o imaginário heroico com convicção e vulnerabilidade.

Gunn, após sua saída da Marvel e em meio à instabilidade criativa da DC, assume o desafio de reconstruir um universo em desgaste. Superman é o ponto inaugural dessa nova fase não apenas uma peça de franquia, mas uma tentativa deliberada de reinvenção estética e temática. Com ambientação calorosa e um mundo ficcional vivido, a obra entrega aquilo que o público espera, mas o faz com autenticidade rara.

O filme evoca o espírito pioneiro de Homem-Aranha, de Sam Raimi (2002), no sentido de oferecer ao público uma alternativa simbólica frente ao caos social contemporâneo. Ainda que não alcance as alturas dramáticas de Homem-Aranha 2, compartilha sua energia narrativa com as produções mais pessoais de Gunn como Guardiões da Galáxia, quando o diretor ainda operava fora da lógica corporativa dominante.

Visualmente, Superman mescla tons clássicos com inserções contemporâneas, recusando o revisionismo sombrio de Zack Snyder em favor de uma abordagem que respeita a iconografia original do personagem. Gunn reconfigura Superman como uma figura outsider, reinterpretando sua origem alienígena através de um subtexto sobre imigração, pertencimento e crítica ao “jeito americano” desafiando estruturas de poder e preconceito com postura firme e empatia ativa.

David Corenswet, com sua presença marcante e expressividade delicada, dá vida a um Superman cuja humanidade transcende o arquétipo. Sua interpretação combina ingenuidade quase infantil com autoridade silenciosa, gerando um contraste eficaz com o Lex Luthor de Nicholas Hoult, que encarna o ressentimento elitista em sua forma mais mesquinha. Rachel Brosnahan, como Lois Lane, adiciona camadas de inteligência emocional e assertividade à dinâmica do núcleo dramático.

Gunn explora temas complexos geopolítica, marginalização, justiça simbólica com fluidez, sem sacrificar o ritmo de aventura. A presença de personagens como Metamorfo e o cão Krypto adicionam textura à narrativa, refletindo o ecletismo afetivo do diretor. Seja em batalhas multidimensionais ou entrevistas tensas, Superman mantém-se como figura central de resistência ética, ocupando literalmente o lado do poder.

Ao fim, Superman não é apenas uma resposta aos desgastes do gênero: é uma proposta de reencantamento. Gunn afirma que ainda é possível contar histórias heroicas com sinceridade, humor e intensidade emocional sem precisar recorrer ao niilismo ou à superficialidade visual que têm dominado as últimas décadas.

E você, o que achou do filme? Superman: Legacy vale o hype? Vote e comente abaixo!

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Nicholas Hoult quer ver Lex Luthor e Joker lado a lado no cinema

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Nicholas Hoult, o novo intérprete de Lex Luthor no universo cinematográfico da DC Studios, já tem planos ambiciosos para o futuro do seu personagem. Após concluir sua participação em Super-Homem, o ator revelou um desejo curioso: ver Lex Luthor unindo forças com ninguém menos que o Joker.

Em entrevista ao site ComicBook, Hoult contou que, antes de mergulhar no papel, leu uma história em quadrinhos na qual Luthor e o icônico vilão de Gotham trabalham juntos uma dinâmica que o deixou empolgado.

“A combinação desses dois foi muito divertida de ler. Então, quem sabe? Se tivermos a sorte de continuar fazendo filmes, essa é uma parceria que eu adoraria ver na tela”, afirmou.

Nos quadrinhos da DC, encontros entre Lex Luthor e o Joker são relativamente comuns, especialmente em arcos como os da Legião do Mal. No entanto, levá-los juntos para o cinema ainda seria inédito e potencialmente épico. Um confronto que unisse Super-Homem e Batman contra seus maiores inimigos certamente chamaria a atenção dos fãs.

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“Vermiglio: A Noiva da Montanha” vale o hype? Crítica com spoilers do filme

Um retrato delicado e poderoso da vida feminina durante a guerra. A final de contas, Vermiglio: A Noiva da Montanha vale o hype?

Confira a sinopse e o trailer do filme:

1944, Vermiglio, uma remota vila nas montanhas. A chegada de Pietro, um desertor, à família do professor local, e seu amor pela filha mais velha do professor, mudarão o curso da vida de todos.

Marcos Vilasboas ⭐⭐⭐⭐✰

“Vermiglio: A Noiva da Montanha” não é apenas um filme, é uma pintura em movimento. A diretora italiana Maura Delpero, que já havia mostrado sensibilidade em obras anteriores, retorna em 2024 com uma obra que combina força emocional e delicadeza narrativa. Filmado na isolada vila de Vermiglio, nos Alpes italianos, por volta do final de 1944, o longa nos mergulha em um recorte de tempo que mistura neve, silêncio e tensão.

A história gira em torno de uma grande família comandada por Cesarí, interpretado com intensidade e profundidade por Tomasso Ragno. Ele é o único professor da vila e um verdadeiro pilar da comunidade. Ao seu redor, gravitam sua esposa Adele (a sempre segura Roberta Rovelli) e seus filhos, sete no total. Mas o foco logo se estreita para Lucia, a filha mais velha, em uma performance surpreendente da jovem Martina Scrinzi, que carrega uma força contida no olhar e nas pausas.

O relacionamento que ela desenvolve com Pietro (Giuseppe De Domenico), um desertor siciliano do exército fascista, é o coração do filme. Mas não espere um romance tradicional, o que o filme entrega é uma ligação marcada pela tensão, pela curiosidade e pela esperança silenciosa de um mundo possível fora da opressão e das regras familiares.

O roteiro é firme, direto, e nunca apela. Os diálogos soam naturais, muitas vezes secos, como se cada palavra fosse medida. E há algo de profundamente tocante na forma como Maura filma as mulheres dessa família: seus olhares, suas tarefas repetitivas, suas frustrações caladas. É um retrato feminino sutil e necessário — daquelas histórias que raramente são contadas com essa honestidade.

Além disso, os Alpes se tornam uma personagem à parte. A fotografia é deslumbrante e sóbria, destacando o isolamento físico e emocional daquele povo. A neve não é só cenário — é silêncio, é prisão, é pureza e peso ao mesmo tempo.

Meu veredito?

“Vermiglio: A Noiva da Montanha” é daqueles filmes que parecem simples, mas ficam com você por dias. Uma narrativa poderosa sobre silêncio, desejo, resistência e o papel das mulheres em tempos de ruptura. Um filme para ser visto com calma, e revisto com o coração.

E você, o que achou do filme? Vermiglio: A Noiva da Montanha vale o hype? Vote e comente abaixo!

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Cena polêmica com Krypto foi removida do filme Superman após reações negativas

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O novo filme Superman, dirigido por James Gunn e marco inicial da nova fase da DC Studios, estreia nos cinemas em 10 de julho. No entanto, uma cena envolvendo o cão Krypto foi removida da versão final após receber fortes reações negativas em sessões de teste.

Durante uma recente entrevista com o elenco principal do longa, o jornalista Jake Hamilton mencionou a reação do público a uma cena entre Krypto e a personagem Engenheira. A atriz portuguesa Sara Sampaio, que faz parte do elenco, revelou que uma sequência ainda mais controversa foi cortada. “Cortaram uma cena em que o Ultraman dá um soco no Krypto”, contou Sampaio. “Aparentemente, as reações durante os testes foram péssimas.”

A atriz María Gabriela de Faría, que interpreta a Engenheira, também comentou o caso: “Você não pode simplesmente dar um soco em um cachorro… Mas só para esclarecer, eu não bati no cão. Ele me atacou primeiro”, brincou.

A decisão da DC Studios de remover a cena mais agressiva envolvendo Krypto parece ter sido uma tentativa de evitar polêmicas com o público antes do lançamento. Para os fãs preocupados, fica o alívio: o icônico cão superpoderoso estará a salvo de cenas mais violentas no corte final do filme.

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Silent Hill F tem suposta cena de abertura exibida em evento fechado em Los Angeles

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Silent Hill F tem suposta cena de abertura exibida em evento fechado em Los Angeles

Durante o painel de Silent Hill F, realizado na sexta-feira em um evento em Los Angeles, foi exibida uma cena que parece ser a abertura do jogo. Apesar de os organizadores pedirem que os participantes evitassem qualquer gravação, uma pessoa ignorou o pedido e registrou o conteúdo, que acabou circulando online.

Assista o video:

Um usuário no Reddit comentou:

“Eu estava no próprio evento, onde não eram permitidas fotos ou vídeos, e é por isso que você não verá muita coisa. Mas, mesmo assim, eles não mostraram muito do jogo em si.”

Segundo ele, a apresentação foi focada nos bastidores: o diretor, o roteirista e o compositor discutiram o desenvolvimento do título, sem revelar muitos detalhes da gameplay.

A única amostra concreta de jogabilidade foi um clipe de 30 segundos mostrando a protagonista, Hinako, caminhando por um caminho até chegar a um santuário, onde aparece a mensagem para rezar e então a cena se encerra.

Silent Hill F acompanha a estudante do ensino médio Shimizu Hinako explorando sua cidade natal, mergulhada em uma névoa misteriosa e em transformação assustadora. O jogo, que promete ser mais voltado para ação que os anteriores da franquia, está sendo desenvolvido pela NeoBards e tem lançamento previsto para 25 de setembro, disponível para consoles e PC.

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Park Sung-hoon comenta sobre o cuidado que teve ao interpretar Hyun-joo em ‘Round 6’

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Em entrevista à InStyle em 3 de julho, o ator Park Sung-hoon falou sobre o cuidado ao interpretar Hyun-joo, uma personagem transgênero em “Round 6” – Temporada 3. Ele afirmou que buscou fugir de estereótipos e representações superficiais, focando na humanidade, sinceridade e emoções reais da personagem, evitando gestos ou tons exagerados.

Sua atuação foi amplamente elogiada. A própria Netflix o chamou de “herói eterno”, enquanto fãs o exaltaram como “nossa rainha eterna” e “a verdadeira vencedora do jogo”. Park também declarou, em entrevista anterior, que não pretende falar em nome da comunidade trans, mas está grato pelo apoio recebido.

Leia também:Diretor de Round 6 revela que o dorama quase teve um final feliz

A terceira temporada de “Round 6”, lançada em 27 de junho, traz Gi-hun (Lee Jung-jae) de volta ao jogo, agora movido por vingança e dor. A temporada também aprofunda o arco do Front Man (Lee Byung-hun) e dos demais sobreviventes.

A crítica internacional aclamou o final da série, com a Time destacando seu retorno à brutalidade original e o Collider chamando-o de “final avassalador“. Nesse contexto, Hyun-joo se destacou como um símbolo de empatia e avanço na representação LGBTQIA+ na TV coreana.

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Black Clover retorna com nova temporada após 4 ano

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Os fãs de Black Clover finalmente podem comemorar: o anime está oficialmente de volta com uma nova produção, quatro anos após o encerramento da série original. A confirmação veio diretamente da Shueisha, colocando fim aos rumores sobre a continuação do anime baseado no mangá de Yuki Tabata.

Atualmente, Black Clover se encontra em sua reta final no mangá, com capítulos inéditos sendo lançados trimestralmente pela revista Jump GIGA. O anime precisou ser interrompido anteriormente por ter alcançado os eventos mais recentes da obra original, impossibilitando a adaptação dos dois últimos arcos. Com esse obstáculo superado, o caminho está livre para o retorno da animação.

Assista o trailer:

Embora ainda não haja uma data oficial de estreia para os novos episódios, o anúncio veio acompanhado de um pôster inédito que traz um visual completamente novo de Asta bem diferente de tudo que já foi visto na versão animada até agora.

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Seo Hyun-jin e Yoo Yeon-seok podem se reunir em novo drama da MBC

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Seo Hyun-jin e Yoo Yeon-seok estão em negociações para estrelar “Liar”, novo drama da MBC previsto para 2026. Segundo suas agências, ambos estão avaliando positivamente as propostas. Caso aceitem, será a primeira vez em oito anos que atuarão juntos desde “Dr. Romantic” (2017).

“Liar” contará a história de um encontro perfeito que se transforma em pesadelo, quando, na manhã seguinte, homem e mulher dão relatos completamente opostos sobre o que aconteceu, desencadeando uma trama repleta de mentiras, verdades distorcidas e reviravoltas.

Leia também:Park Seo-joon pode estrelar novo K-drama noir

Seo Hyun-jin recebeu o papel de Kang Ji-sun, uma instrutora de redação em uma escola de artes. Yoo Yeon-seok pode interpretar Min Jun Ho, um cirurgião cardíaco.

Enquanto aguardam a confirmação, Seo Hyun-jin se prepara para o drama “Love Me”, da JTBC, com estreia prevista para dezembro. Yoo Yeon-seok está participando do programa de variedades “Whenever Possible”, da SBS.

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Park Seo-joon pode estrelar novo K-drama noir

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Segundo o portal My Daily, o ator Park Seo-joon foi cotado para protagonizar o novo K-drama noir baseado no webtoon “I Am A Sinner”, de Lee Moo-gi. Sua equipe ainda não confirmou oficialmente a participação.

Na trama, o personagem principal, Paengi (Park Eon-jin), sobrevive a um ataque em uma loja de ouro, toma posse do ouro e, posteriormente, entra para uma gangue de tráfico de drogas após um evento trágico. Park Seo-joon teria sido convidado para interpretar o membro mais jovem dessa gangue.

Leia tambémWon Ji-an e Park Seo-joon estrelarão o drama romântico Waiting for Gyeongdo

Caso aceite o papel, esse será seu primeiro drama noir e o projeto seguinte à série “Waiting for Gyeong Do”, prevista para estrear ainda este ano.

Ainda não foram divulgadas informações sobre plataforma de exibição, data de estreia ou elenco adicional. Park Seo-joon é reconhecido por sua versatilidade em dramas e filmes como “Itaewon Class”, “Gyeongseong Creature”, “What’s Wrong with Secretary Kim” e “Concrete Utopia”.

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