Project Windless rouba a cena no State of Play 2026

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Durante o mais recente State of Play, a KRAFTON Montréal surpreendeu o público ao anunciar Project Windless. Além disso, o estúdio destacou a escala ambiciosa do RPG de ação em mundo aberto. O jogo adapta o universo da série coreana O Pássaro que Bebe Lágrimas, escrita por Lee Youngdo, autor que muitos fãs chamam de “O Senhor dos Anéis coreano”.

Um épico ambientado 1.500 anos antes dos livros

Em vez de recriar os eventos dos romances, a equipe decidiu ambientar Project Windless 1.500 anos antes da história original. Dessa forma, os desenvolvedores expandem a mitologia com mais liberdade criativa. Ao mesmo tempo, a narrativa explora as origens do lendário Rei Herói, fundador do Reino Aragit.

 

Patrik Méthé, diretor criativo do projeto, explicou que a equipe construiu o jogo em torno da autonomia do jogador. Segundo ele, o jogador não apenas observa uma lenda; pelo contrário, ele molda o destino do mundo com suas próprias decisões. Assim, alianças, guerras e escolhas políticas influenciam diretamente o rumo da história.

Combate brutal com batalhas em larga escala

o entanto, o combate representa o grande destaque do projeto. A equipe desenvolveu um sistema brutal, visceral e avassalador. Enquanto muitos RPGs limitam o número de inimigos em tela, Project Windless coloca o jogador no controle dos Rekkon, guerreiros semelhantes a pássaros que dominam força e velocidade extraordinárias.

Além disso, o jogo permite confrontos contra dezenas ou até centenas de inimigos ao mesmo tempo. Para alcançar essa escala, os desenvolvedores criaram a tecnologia “IA de Entidades em Massa”. Com esse sistema, o estúdio simula milhares de personagens inteligentes e reativos simultaneamente.

Consequentemente, cada batalha pode evoluir de forma imprevisível. Dessa maneira, o jogo transforma encontros comuns em guerras caóticas que reforçam a sensação de um mundo devastado por conflitos constantes.

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As quatro raças de Project Windless

O universo apresenta quatro raças principais e, portanto, intensifica os conflitos culturais e políticos:

  • Tokabi – Manipulam fogo e magia; além disso, desafiam o perigo com ousadia.
  • Humanos – Planejam estratégias complexas; por isso, disputam poder de forma constante.
  • Naga – Agem com frieza e inteligência; consequentemente, buscam dominação a qualquer custo.
  • Rekkon – Vivem como guerreiros nômades e, além disso, servem como raça jogável do game.

Plataformas e lançamento de Project Windless

Por fim, a KRAFTON Montréal desenvolve Project Windless como uma experiência premium single-player para PC e consoles. Entretanto, o estúdio ainda não divulgou uma previsão oficial de lançamento.

Ainda assim, a combinação de tecnologia própria, batalhas massivas e um universo literário rico posiciona Project Windless como um dos anúncios mais ambiciosos do State of Play. Portanto, agora resta aguardar novos detalhes e, principalmente, a revelação de um gameplay mais aprofundado.


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